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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
O AQUECIMENTO GLOBAL OUTRA VEZ!
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O Wall Street Journal de Sexta-Feira publica um documento assinado por dezasseis cientistas que põe em causa as teorias “oficiais” da actualidade sobre o aquecimento global. É um documento medianamente extenso, com muita importância, que pode ser lido aqui.
Destacamos as seguintes passagens:
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[...] O candidato para um gabinete público em qualquer democracia contemporânea tem de considerar o que fazer, se alguma coisa há a fazer, acerca do “aquecimento global”. Os candidatos devem compreender que a muitas vezes repetida afirmação de que os cientistas exigem que alguma coisa dramática seja feita para parar o aquecimento global não é verdadeira. [...]
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[...] Em Setembro, o Prémio Nobel da Física Ivar Giaever, apoiante do Presidente Obama nas últimas eleições, resignou publicamente da American Physical Society (APS) numa carta que começava assim: “Não renovo (a qualidade de membro) porque não posso viver com a (política da APS) afirmação: «A evidência é incontestável: O aquecimento global está a ocorrer. Se não forem tomadas medidas para o mitigar, provavelmente ocorrerão perturbações nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, e na segurança e saúde humana. Devemos reduzir a emissão de gases com efeito estufa, começando já». Na APS é correcto discutir se a massa do protão muda com a passagem do tempo e como se comporta um multi-universo, mas a evidência do aquecimento global é incontroversa?” [...]
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[...] A ausência de aquecimento por mais de uma década – na verdade, o aquecimento menor que o previsto nos 22 anos desde que o Painel sobre a Alteração Climática das Nações Unidas começou a fazer projecções – sugere que os modelos dos computadores exageraram grandemente quanto aquecimento o CO2 adicional pode causar. Em face deste embaraço, os que promovem o alarme viraram o rufar do tambor do aquecimento para os extremos do clima, para permitir atribuir ao CO2 o que quer que seja que ocorra no nosso clima caótico. [...]
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[...] Apesar do número de cientistas publicamente dissidentes estar a aumentar, muitos jovens cientistas dizem furtivamente que, embora também tenham dúvidas sobre a mensagem do aquecimento global, têm receio de falar, com medo de não serem promovidos – ou pior.
Porque há tanta paixão sobre o aquecimento global, e porque se tornou a matéria tão vexante que a American Physical Society, da qual o Dr. Giaever se demitiu há alguns meses, recusou o pedido aparentemente razoável de muitos dos seus membros de retirar a palavra “incontroverso” da sua descrição duma matéria científica? Há várias razões, mas um bom ponto de partida é a velha questão “cui bono”? Ou a versão moderna “é o dinheiro”. [...]
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Assinam o documento os seguintes cientistas:
Claude Allegre, antigo director do Institute for the Study of the Earth, Universidade de Paris; J. Scott Armstrong, cofundador do Journal of Forecasting and the International Journal of Forecasting; Jan Breslow, president do Laboratory of Biochemical Genetics and Metabolism, Rockefeller University; Roger Cohen, membro da American Physical Society; Edward David, membro da National Academy of Engineering and National Academy of Sciences; William Happer, professor de Física, Princeton; Michael Kelly, professor de Tecnologia, University of Cambridge, U.K.; William Kininmonth, antigo director de investigação do clima no Australian Bureau of Meteorology; Richard Lindzen, professor de ciências atmosféricas, MIT; James McGrath, professor de Química, Virginia Technical University; Rodney Nichols, antigo presidente e CEO da New York Academy of Sciences; Burt Rutan, engenheiro aero-espacial, projectista da Voyager e da SpaceShipOne; Harrison H. Schmitt, astronaut da Apollo 17 e antigo senador dos EUA; Nir Shaviv, professor de Astrofísica, Hebrew University, Jerusalem; Henk Tennekes, antigo director do Royal Dutch Meteorological Service; Antonio Zichichi, presidente da World Federation of Scientists, Geneva.
MOURINHO NA MAIOR
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O “Telegraph” fala hoje do regresso de Mourinho à Premier League. Com grande destaque, diz: “Premier League sentiu a falta do factor “wow” do treinador do Real Madrid José Mourinho.”
E continua Henry Winter: “É o que o grande relógio de Trafalgar Square faz: a contagem decrescente para o regresso de José Mourinho. 27 de Julho parece correcto: rápido treino pré-época, libertação de alguns jogadores para os Jogos Olímpicos, organizar e motivar os outros e retomar a caça da Premier League. Ele está de volta a casa. José está de volta a casa.”
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Depois de historiar a presença de Mourinho em Inglaterra como treinador, e fazer conjecturas sobre qual o clube que terá o privilégio de o contratar, termina assim o longo artigo: “Permanece viva a memória do sorriso na cara de Joe Cole e dos outros quando subiam para o tecto do autocarro do Chelsea, fora do Reebok, depois de conquistarem o seu primeiro título sob a direcção de Mourinho. É um treinador mágico, um obreiro de sonhos, e fará um clube inglês incrivelmente feliz, se voltar. Ainda é o especial.”
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A MARINHA DOS DESCOBRIMENTOS
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António Borges Coelho in "OS ARGONAUTAS PORTUGUESES E O SEU VELO DE OURO (SÉCULOS XV-XVI)", História de Portugal (UNESP)
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.(A figura da nau "Senhora de la Mar", é a fotografia duma pintura do Museu da Marinha)
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A expansão portuguesa envolveu milhares de navios de comércio e de guerra. Saíram da Ribeira de Lisboa, da Outra Banda, do Porto, do Algarve, de Cochim, de Goa, de Malaca, do Salvador. A sua constituição e formas desiguais ficaram assinaladas na galeria dos nomes: barca, barinel, batel, bergantim, caravela, caravelão, carraca, catur, esquife, fusta, galé, galeaça, galeão, galeota, junco, nau, patacho, taforeia, urca, zavra…
A caravela, navio de vela latina e pequeno calado, constituiu a embarcação por excelência da exploração e descoberta do Atlântico. E também o navio rápido próprio para levar e trazer informações. Enquanto uma nau da carreira da Índia demorava cerca de 6 meses na viagem de ida, em 1516 a caravela de Diogo de Unhos gastou menos de 6 meses na ida e no regresso. A caravela serviu também como navio de guerra. Comboiava as pesadas naus da Índia e da América na fase final da viagem rumo à costa portuguesa. Uma caravela da Índia, na primeira metade do século XVI, podia dispor de 21 tripulantes, assim distribuídos segundo a ordem dos vencimentos: o capitão, o bombardeiro, o mestre e piloto, o carpinteiro, o calafate, o escrivão, o barbeiro, o tanoeiro e os dois homens do capitão, os quatro marinheiros e os sete grumetes. O bombardeiro ultrapassava o vencimento do piloto marcando bem o papel essencial da artilharia.
A nau, navio de carga armado, passou dos 120 tonéis (1 tonel~1 tonelada) da nau S. Gabriel de Vasco da Gama para 450 e até mil tonéis do final do século XVI. No seu bojo carregaram os portugueses para Ocidente muitas riquezas da Índia. O
valor da carga podia atingir os 3 milhões de cruzados ouro. A nau Flor de la Mar (Na Figura) em que D. Francisco de Almeida combateu na batalha de Diu haveria de morrer sepultando consigo nas águas de Samatra as gulosas riquezas colhidas por Afonso de Albuquerque na tomada de Malaca. O galeão era um vaso de guerra também usado em transporte como o galeão grande S. João que naufragou próximo do Cabo da Boa Esperança. Mais comprido, de menor calado e portanto mais veloz que a nau, dispunha de um temível poder de fogo. Por exemplo, o galeão S. Dinis, de trezentos tonéis, construído na Índia pelo governador Diogo Lopes Sequeira (1518-1521), comportava 71 peças de artilharia, a saber 21 camelos debaixo da ponte, 12 por banda, 2 por popa, 4 na tolda, 2 sobre o perpau e 4 na ponte e ainda 9 falções e 20 berços, enquanto em 1525 Cochim dispunha de 286 peças de artilharia, Goa de 188, Malaca de 1666.
A expansão marítima dos portugueses e europeus promoveu em todos os mares combates e ferozes guerras marítimas. Os seus navios levaram aos pontos mais distantes do globo o espantoso ribombar da artilharia. Esta tomava formas várias, adaptadas aos diferentes fins. Os pedreiros lançavam balas de pedra para bater obstáculos a curtas distâncias; em batalhas navais ou de sítio, os canhões atiravam balas de ferro fundido de intenso poder perfurante; e as colubrinas, de tubo comprido, batiam objectivos a maiores distâncias. Peças de arte em bronze, semeadoras da morte, receberam nomes estranhos como se os nomes aumentassem a carga da pólvora e do medo: selvagem, camelo, camelete (pedreiros); águia, serpe, espera, meia-espera (canhões); aspre, sagre, moirana, falcão, falconete, esmeril; e berços ou falcões mais pequenos.
.António Borges Coelho in "OS ARGONAUTAS PORTUGUESES E O SEU VELO DE OURO (SÉCULOS XV-XVI)", História de Portugal (UNESP)
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.(A figura da nau "Senhora de la Mar", é a fotografia duma pintura do Museu da Marinha)
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O MARAVILHOSO CAFÉ
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Os consumidores regulares de café têm menor risco de sofrer de diabetes do Tipo 2: quem bebe quatro chávenas de café por dia tem metade do risco de ter diabetes; e por cada chávena adicional mais 7% de queda do risco.
O mecanismo da prevenção era desconhecido. Um artigo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, da autoria de investigadores chineses, explica porquê: há no café compostos capazes de inibir a produção no pâncreas da proteína responsável pela diabetes Tipo 2.
CIÊNCIA QUASE OCULTA
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Já falámos que toda a partícula de matéria tem o seu contra-ponto numa partícula de anti-matéria com carga eléctrica oposta; e que estas partículas formam a anti-matéria,
Já falámos que toda a partícula de matéria tem o seu contra-ponto numa partícula de anti-matéria com carga eléctrica oposta; e que estas partículas formam a anti-matéria,
cujo paradeiro, em boa verdade, não se conhece. Sabe-se também que, quando a matéria e a anti-matéria contactam, desaparecem ambas dando origem a radiação.
Por outro lado, sabemos desde Newton que a matéria se atrai na razão directa da massa e inversa do quadrado da distância – é a Lei da Gravitação. Mas, provavelmente, a matéria não atrai a anti-matéria, isto é, não existe força da gravidade entre as duas. Pelo contrário, a força pode ser contrária, de repulsão – uma força de gravidade ao contrário.
A ser assim, tal explicaria factos ainda não esclarecidos. Por exemplo, porque a seguir ao Big Bang, em que se formou quantidade igual de matéria e anti-matéria, não foram as duas extintas e transformadas em energia (ter-se-ão afastado rapidamente); e porque se mantém o Universo em permanente expansão – estará a anti-matéria na matéria negra e daí exerce força anti-gravitacional? Não se sabe.
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domingo, 29 de janeiro de 2012
CIÊNCIA QUASE OCULTA
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Porque ocorrem as trovoadas? A água das nuvens em movimento e em atrito com o ar acumula enormes cargas eléctricas. Em geral, a parte superior da nuvem tem carga positiva e a inferior carga negativa.
Quando a carga negativa desta parte se torna muito grande, há movimento de carga positiva no solo directamente para baixo da nuvem. Então, temos carga negativa em cima e positiva no solo. O ar entre as duas é bom isolador. Contudo, as cargas referidas deslocam electrões dos átomos do ar e criam iões. O ar ionizado é bom condutor e permite a passagem de uma corrente fortíssima de electrões (corrente eléctrica) de cima para baixo, quase como se fosse um condutor metálico: é o relâmpago.
O aquecimento do ar por tal corrente promove a sua súbita e rápida expansão, criando ondas sonoras, produzindo o trovão que nos chega depois do relâmpago - a velocidade da luz é muito maior que a do som.
Não é verdade que um relâmpago nunca atinge duas vezes o mesmo local. Pelo contrário, há locais onde caem relâmpagos repetidamente. O interior dos automóveis é um bom local para protecção contra as trovoadas.
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O INEFÁVEL ARMÉNIO
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A chanceler alemã, Angela Merkel, tem o descaramento de anunciar publicamente que são eles que controlam a economia e as finanças da Grécia. Não tardaria que também tivéssemos em Portugal a senhora Merkel a mandar, em vez de serem os portugueses a decidir o seu futuro.
Palavras de Arménio Carlos, no discurso de encerramento do congresso da CGTP. Palavras sábias! Se a CGTP continua na sua senda, a hipótese da senhora Merkel a mandar em Portugal é maior. Arménio sabe isso e até gostava: quadro perfeito para a política do “quanto pior melhor”. É na terra queimada que germina o marxismo como cogumelo em solo molhado.
Mas Arménio é naïf e, por isso, inofensivo. Tem um discurso com a torrencial ingenuidade do recém-chegado, cheio de ideias e vazio de senso. Empolga os que o acompanham acriticamente, afasta quem não comunga das suas ideias e aborrece os indiferentes. Uma nódoa!
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TEXTOS QUE VALE A PENA CITAR
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Em 37 anos de democracia, pela qual Carvalho da Silva sempre exibiu escassa admiração, poucos desempenharam papel tão nocivo para o país. Vai agora colaborar com o excelso prof. Boaventura na universidade, o que só por si prova a qualidade desta, e cozinhar uma candidatura à presidência da República, o que só por si prova a qualidade desta.
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Alberto Gonçalves in "Diário de Notícias"
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sábado, 28 de janeiro de 2012
OS GRANDES VELEIROS
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"Pelican of London"
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O “Pelican of London” é o último navio de piratas. O seu velame é baseado nos xavecos dos piratas da Costa Bábara (Norte de África), os mais famoso navios dos piratas do Mediterrâneo durante duzentos anos (ver em baixo). Veleiro com asas, capaz de desafiar vasos com o dobro do seu tamanho, foi construído em França, em 1948, e operou como navio de pesca no Árctico durante 20 anos. Foi depois vendido à Noruega e convertido em navio costeiro comercial, com o nome de “Kadett”. Em 1995 foi comprado por ingleses que lhe deram o nome original e o transformaram em navio-escola. Foi restaurado em 2007. Estará em Lisboa no Verão, em Julho, no fim da etapa de mais uma regata.
Tem 45 m de comprimento, 7,03 m de boca, 4,0 m de calado e 11 velas.
.CIÊNCIA QUASE OCULTA
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Na realidade tem, mas é insignificante porque o que, de facto, faz variar o clima é a inclinação do eixo da Terra. Quando o hemisfério Norte está voltado para o Sol, é Verão no Norte e Inverno no Sul e vice-versa. A inclinação da Terra, com um hemisfério voltado para o Sol, faz com que o trajecto dos raios solares através da atmosfera seja menor nesse hemisfério e é isso que aumenta a quantidade de radiação infra-vermelha, a que produz calor, na superfície do planeta.
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Dizíamos há dois dias que no periélio, quando a Terra está mais próxima do Sol, encontra-se a 147.055.000 km deste; e que no afélio, ponto mais distante da órbita, a distância é de 152.141.000 km. Ou seja, há uma diferença superior a 5 milhões de quilómetros. Tal facto devia ter influência na temperatura do nosso berço.
Na realidade tem, mas é insignificante porque o que, de facto, faz variar o clima é a inclinação do eixo da Terra. Quando o hemisfério Norte está voltado para o Sol, é Verão no Norte e Inverno no Sul e vice-versa. A inclinação da Terra, com um hemisfério voltado para o Sol, faz com que o trajecto dos raios solares através da atmosfera seja menor nesse hemisfério e é isso que aumenta a quantidade de radiação infra-vermelha, a que produz calor, na superfície do planeta.
Naturalmente que no periélio, Inverno no hemisfério Norte, o frio é alguma coisa atenuado pelo facto da Terra estar mais próxima do Sol. E no afélio, Inverno no hemisfério Sul, a maior distância do Sol devia agravar o frio; mas, de facto, tal é pouco sentido porque o clima no hemisfério Sul é dominado pelo Oceano Pacífico que absorve enorme quantidade de calor durante o Verão e o liberta no Inverno, funcionando como sistema tampão. Voilà! Em boa verdade, estas coisas do clima são complicadas!
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