O PORTUGUÊS ACTUAL É DOLICOCÉFALO, ortocéfalo (quase camecéfalo), metriocéfalo (quase acrocéfalo), levemente eurimetópico, de buraco occipital mesossema (quase megassema), leptoprósopo, cameconco ou mesoconco, leptorrínico, fenozígico (quase criptozígico), mesostafilino (quase leptostafilino), ortognata e megalocéfalo. - A. A. M. Correia, "Os Povos Primitivos da Lusitânia", 1924, p. 327
A partir de amanhã, entra em vigor o novo Código de Execução de Penas , ou uma pessegada assim. Não percebo o que se passa mas, lendo os jornais, constato que a pessegada é confusa. Dizem juristas ilustres que o Director-Geral dos Serviços Prisionais fica com competências que ultrapassam os juizes; diz o ilustre Director-Geral que não; e outros juristas igualmente ilustrados, dizem igualmente que não. Percebe isto quem faz o obséquio de me ler? Eu não! Será assim tão difícil fazer uma lei que toda a gente entenda à primeira? Não estou a referir-me ao cidadão comum, naturalmente, mas aos encéfalos bafejados pelo conhecimento da Lei das Doze Tábuas e outras preciosidades semelhantes. Porquê, em Portugal, se percebe a Lex Duodecim Tabularum e não se chega a consenso sobre o papiro chamado Código de Execução de Penas? Proponho que os diplomas da Pátria passem a ser elaborados em latim. Para já, o Penatus Executori Tabularum. Depois os outros. Deve ser essa a solução!
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