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Buraco negro é um objecto tão compacto (por outras
palavras, com bastante massa num volume bastante pequeno) que a sua força da gravidade
é suficiente para não deixar escapar a luz ou qualquer outra coisa.
A existência de buracos negros foi proposta no Século
XVIII baseada no conhecimento das leis da gravidade. Quanto mais massa tem um
objecto, ou quanto mais pequeno é, maior é a força gravitacional
sentida na superfície. John Michell e Pierre-Simon Laplace, independentemente,
postularam que, se um objecto fosse
extremamente massivo ou extremamente pequeno, não era possível escapar à sua
gravidade. Mesmo a luz seria capturada para sempre.
O nome de buraco negro foi introduzido por John Archibald
Wheeler, em 1967. Pegou e tornou-se termo comum para qualquer tipo de "poço sem
fundo". Físicos e matemáticos constataram que espaço e tempo têm propriedades
pouco usuais na sua proximidade. Em consequência, tornaram-se tema favorito para
escritores de ficção científica. Formam-se quando estrelas normais, mas muito
massivas, morrem. Não os podemos ver, mas detectamos o material atraído que neles
cai. Desta forma, através de cuidadosas observações do céu, os astrónomos identificaram e mediram a massa de muitos
buracos negros no universo. Sabemos
actualmente que este está literalmente cheio de milhares de milhões de
buracos negros.
Este é o texto da figura em cima que é o link para um site da NASA, mais concretamente do Telescópio Espacial Hubble, onde se pode "navegar" e ter muita informação sobre buracos negros, corpos muito falados e pouco compreendidos habitualmente.
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