Soares, no intervalo, ou no fim, ou no princípio—não interessa—duma coisa que também não interessa, na Fundação Mário Soares que interessa muito porque andamos todos a pagá-la sem perceber para que serve tal trampa—além de lhe dar facilidades na vida—falou.
Disse o sen a dor, ou com a dor, referindo-se ao Programa de Assistência Económico-Financeira acordado entre Portugal, a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, "que não se pense mais nas troikas e que não se queira aumentar uma coisa que não pode ser paga por nós jamais". Em resumo, pior que o Zezito!
Aquilo a que Soares se refere pudicamente chamando-lhe
coisa, é mais conhecida por quem é honesto por dívida. Soares acha que não pode
ser paga por nós "jamé"; logo não se paga.
Quem paga? Há duas hipóteses: perguntar aos credores se
têm livro e, em caso afirmativo, mandar assentar no dito; ou em caso negativo,
assentar atrás da porta, ou numa pedra de gelo.
Se o ami Mittertand fosse vivo, pagava ele. Como já bateu
as botas e o Hollande está tão falido como o Passos Coelho e também não
dá uma para a caixa, temos que ir ao Totta.
Sei que o ancião está senil e devíamos ter compaixão, tratando-o
com carinho. Mas o homem não cala a boca e não pára de dizer jericadas!...
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Em tempo: Soares não tem falado no Hollande, que era uma esperança. Porque será?
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Em tempo: Soares não tem falado no Hollande, que era uma esperança. Porque será?
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