Lê-se nos jornais:
O Tribunal de Oeiras rejeitou o pedido de prescrição do crime de branqueamento de capitais, interposto pelo presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, condenado a dois anos de prisão efectiva, também por fraude fiscal.
Fonte da defesa ligada ao processo disse à agência Lusa que Isaltino Morais vai recorrer da decisão do Tribunal de Oeiras de não aceitar a prescrição do crime de branqueamento de capitais. Por isso, a pena de prisão de dois anos não pode ainda transitar em julgado, ou seja, o mandado de detenção e condução a estabelecimento prisional do autarca não pode ser emitido.
Isaltino é um ícone da Justiça portuguesa que importa reconhecer e preservar. Devia ser criado um brasão para cada tribunal, centrado pela figura do autarca de Oeiras em baixo-relevo e fundo púrpura, podendo ainda lá figurar—com menos destaque, está bom de ver—o busto do Meritíssimo Conselheiro Presidente do Supremo, Noronha do Nascimento, e o seu ex-líbris, a tesoura para depurar os processos judiciais das partes miasmáticas.
Andava o esgraçadinho no gamanço
A pedir pró pai trabeculoso
A mãe com piolhos na garganta
E o filho blá blá, blá bloso...
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