sexta-feira, 17 de maio de 2013

UM FILME DE TERROR A PRETO E BRANCO

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Quando chegar a vez da França, vai dizer-se que o feito anteriormente em Portugal é o exemplo do que não deve fazer-se. Não acredito que as medidas tomadas sejam, todas elas, exigências da troika. Acontece que o ministro (Vítor Gaspar) acredita que elas são indispensáveis e serve-se do escudo da troika para as impor ao País.
Este é—não ipsis verbis, porque estou a citar de memória o que ouvi num vídeo da TVI— o pensamento de Manuela Ferreira Leite. E eu, do alto da minha insignificância, penso o mesmo. Gaspar—já alguém o disse antes de mim—tem personalidade de psicopata: não sei se apenas social, como foi dito, ou integral. É perigosamente inteligente, asininamente teimoso e intoleravelmente autoritário, não admitindo a mínima contestação, que considera—toda ela—oriunda de jericos.
Passos Coelho é um caso de iliteracia assustador, que cai de cu com as arrancadas catedráticas de Gaspar—além de atento e venerador das suas opiniões, tem medo dele: sabe que o homem, antes de ser corrido, é capaz de dar o nó cego no problema e atirar Coelho para o isolamento na resolução da embrulhada, pior que ser atirado às feras.
Assim vamos, cantando e rindo, levados, levados sim...
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