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[...] Ou seja, a fim de garantir uma reeleição
relativamente pacata, o PR deixou o Governo à solta e os cidadãos à nora.
Enquanto os apetites do eng. Sócrates apenas eram interrompidos por comiseração
de Teixeira dos Santos e, em seguida, do eleitorado, a actividade do prof.
Cavaco na altura não se distinguia da de um homem-estátua. Recentemente, passou
a distinguir-se: o homem-estátua mexe-se mais.[...]
Alberto Gonçalves in "Diário de Notícias"
[...] Quando,
enfim, Belém acordou, Portugal entrara em coma. E se, desde o princípio, o
prof. Cavaco teve notório azar com os garotos, perdão, com os estadistas que
lhe tocaram, nós não tivemos grande sorte com o prof. Cavaco que nos tocou. Ou
tocaria, se acaso se movesse. [...]
Idem
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(Com colaboração de António-Pedro Fonseca)
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