domingo, 3 de novembro de 2013

DETERMINISMO VS LIVRE ARBÍTRIO

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O comportamento humano resulta da actividade psíquica, sendo esta produto do cérebro, cujas características são determinadas pelo código genético. Chegados aqui, é convidativo dizer que somos, do ponto de vista moral ou social, o que esse código determina. Há alguma parte desse comportamento que não está dependente da biologia? E, em caso afirmativo, que fracção ou percentagem?
A questão está na base da dúvida filosófica sobre o que se chama determinismo e livre arbítrio, como se sabe. Falo nisto porque estudos recentes mostram que a crença no livre arbítrio faz o homem melhor. A descrença aumenta os comportamentos anti-sociais e a agressividade e diminui o sentimento de culpa e a generosidade.
Parece assim que o comportamento não pode ser atribuído globalmente ao determinismo genético, havendo lugar para a intervenção individual subjectiva.
Pode ler-se um desses trabalhos, da autoria de Kathleen D. Vohs e Jonathan W. Schooler, publicado na revista "Psychological Science", clicando na imagem em cima. É interessante para quem aprecia o tema.
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