quarta-feira, 27 de setembro de 2017

AS APARÊNCIAS ILUDEM

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Os corais são seres vivos, aparentemente imóveis.
Não é verdade — mexem-se e bem: depende do ponto de vista (literalmente).
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NÃO NOS TOMEM POR PARVOS

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[...] Os preconceitos étnicos e culturais existem, e devem ser condenados. Mas os comportamentos criminosos e anti-cívicos também existem, e é preciso que as autoridades sejam capazes de lidar com os indivíduos responsáveis, independentemente do grupo a que pertençam. No Reino Unido, vários gangs dedicados à exploração sexual de raparigas pobres escaparam durante anos à polícia por serem maioritariamente compostos de paquistaneses, e toda a gente, a começar por polícias e assistentes sociais, temer acusações de “racismo”. Como notou André Ventura, a “inclusão” não pode ser sinónimo de dispensa do cumprimento da lei, porque isso não é “inclusão”, mas o seu contrário, a “guetização”. O que sempre definiu os guetos foi precisamente estarem fora da lei comum. Isentar um grupo de deveres é o caminho mais eficaz para lhe negar direitos e o condenar à marginalidade. [...]
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Rui Ramos in "Observador"
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É MUITA FRUTA !

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1.439 nomeações para assessores e adjuntos é quanto rezam as contas do actual Governo no Diário da República. Ricardo Mourinho Félix, Secretário de Estado, já nomeou 42 pessoas.
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FRASE DO DIA

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

EDOUARD MANET

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PERCEVEJOS, PULGAS, PIOLHOS


.Portugal está a ser invadido por percevejos "turistas". Miguel Esteves Cardoso ocupa-se disso, hoje, no "Público", e escreve a páginas tantas:

[...] Antes da invasão de 2017 só se conhece uma referência ao parasita nórdicoamericano. Foi feita por Bocage no século XVIII, com a queda para a boçalidade que o caracteriza, na décima em que glosa o verso Almas, vidas, pensamentos. Ela aqui está, com a preciosa ajuda de Paulo Neves da Silva:



..........Calções, polainas, sapatos,

..........Percevejos, pulgas, piolhos,

..........Azeites, vinagres, molhos,

..........Tijelas, pires e pratos,

..........Cadelas, galgos e gatos,

..........Pauladas, dores, tormentos,

..........Burros, cavalos, jumentos,

..........Naus, navios, caravelas,

..........Corações, tripas, moelas,

..........Almas, vidas, pensamentos.

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Nem mais.
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UM MINISTRO CHAMADO LOPES

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(CLIQUE NA IMAGEM PARA OUVIR)
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FRASES QUE FICAN NA HISTÓRIA

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ERRATA

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Segundo o Instituto Cervantes, no mundo, há 560 milhões de pessoas que falam espanhol. O cálculo está errado! Com Jesus, são 560 milhões e 1.
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 560.000.001
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PORTA-AVIÕES "USS CARL VINSON"

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Imponente!
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PÓLVORA SEM FUMO

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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ALEXANDER VON HUMBOLDT II

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OS RESTOS DE JESUS

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José António Saraiva é um bom jornalista. Escreve bem, é sensato e bem informado. Mas não há bela sem senão: Saraiva é do Sporting — e com isso descarrila.
Agora descobriu que o Benfica talvez tenha ganho os dois últimos campeonatos graças ao Jesus, não o propriamente dito, mas ao Jorge que está agora no Sporting.
E uma dúvida assalta Saraiva: será que Rui Vitória, tal como Domingos Paciência no Braga, beneficiou do trabalho de Jesus – e agora o Benfica começa a descer à Terra?
Isto é, Jesus faz grandes equipas e os outros treinadores aproveitam os restos. Só que no Sporting, por enquanto, nem grande equipa, nem restos...eh...eh...eh...


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A ARTE MORIBUNDA DE DISCORDAR

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Para discordar correctamente, primeiro é preciso compreender correctamente. Isto disse um americano chamado Bret Stephens numa conferência intitulada "A Arte Moribunda  de Discordar".
Entre outras coisas, que pode ler aqui, refere:

Dizer a palavra concordo — seja aderir a uma organização, aceitar uma autoridade política, converter-se a uma fé religiosa — pode ser a base de qualquer comunidade.
Mas dizer discordo, recuso, está errado, são palavras que definem a nossa individualidade, nos dão liberdade, honram a tolerância, alargam a nossa perspectiva, dão força ao progresso, apuram a atenção, fazem a democracia real e dão alento e esperança a povos oprimidos em qualquer parte. E o problema, como o vejo, é que estamos a falhar esse objectivo.

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Platão e Aristóteles
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O PORTO E AS SUAS CORES

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O ZAP.aeiou publica hoje uma notícia sobre o alojamento de curta duração que não interessa mais que a da fuga dos chatos para o Egipto. Mas acompanha-a de uma imagem de se lhe tirar o chapéu que, penso, será da Ribeira do Porto e O Dolicocéfalo reproduz com gosto. Aí vai:
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PRÍNCIPE RENATO I

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Leio no SAPO.PT — com preocupação — que a Guarda Nacional Republicana deteve na Madeira o auto-intitulado 'Príncipe do Ilhéu da Pontinha' por este se ter oposto a uma ordem de execução judicial de encerramento de instalações. 
E acrescenta a notícia: " A história do ‘principado da Pontinha’ remonta a Agosto de 1903, quando o rei de Portugal, D. Carlos I, procedeu, mediante Carta Régia, à venda em hasta pública do Forte de São José, localizado num pequeno ilhéu junto ao porto do Funchal.
Quase cem anos depois, em Outubro de 2000, o imóvel foi adquirido por Renato Barros, sem este saber inicialmente que a Carta Régia documentava não só a venda da propriedade, como também o domínio do ilhéu. Foi assim que o professor decidiu auto-denominar-se ‘Príncipe do Ilhéu da Pontinha' — muito justamente, acrescento.
O ‘Principado’ teve já alguns episódios marcantes, como, por exemplo, em Fevereiro de 2017, quando José Manuel Coelho, deputado eleito à Assembleia Legislativa Regional, foi pedir "asilo político" ao auto-proclamado Príncipe, para fugir à prisão de um ano a que tinha sido sentenciado.
"Vim fugido da República Portuguesa porque me querem prender aos fins de semana", declarou José Manuel Coelho numa chegada encenada àquele rochedo, acrescentando: "A República Portuguesa pode roubar-me o salário e tudo o que tenho, mas não me pode roubar o sentido de humor e o desejo de liberdade".
Na altura, o deputado regional também exibiu um suposto bilhete de identidade "emitido e assinado pelo Príncipe Renato I".
Parece-me caso a merecer a atenção do Conselho de Segurança das Nações Unidas
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VASQUINHO'S BRIDGE

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domingo, 24 de setembro de 2017

PINTURA MODERNA

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SOBREVIVER AO APOCALIPSE

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O Presidente Trump ameaça destruir a Coreia do Norte. Outro furacão ocorre. Um segundo terramoto monstruoso atinge o México. Terroristas atacam em Londres. E tudo isto acontece numa semana, ou pouco mais.
É verdade, o mundo caminha para o fim. Mas há alguma coisa que se possa fazer?
Esta não é uma questão filosófica ou teológica. E, se acha que precisa de explicação, pode deixar de ler isto, já.
Assim começa um artigo cheio de humor escrito por Alex Williams no The New York Times de hoje. Pode  aceder à peça clicando na imagem publicada em cima que ilustra o artigo.

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ANTÁRTIDA — A SERENIDADE

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