[...] Operático
como de costume, Freitas do Amaral irrompeu a explicar que a crise vigente só é
comparável à de 1383-85 e ao jugo Filipino, dado que está em causa a
independência nacional. […]
[…] Após
uma ausência de que ninguém dera conta, o prof. Freitas regressou recentemente
à emissão regular do tipo de palpites que definem a sua natureza, talvez com
esperança de se tornar "presidenciável" a médio prazo. Eu, que já vi
de tudo, não digo nada, excepto que seria preferível perder a independência
entretanto. [,,,]
Alberto Gonçalves in "Diário de Notícias"
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