domingo, 9 de junho de 2013

ANTES ASSIM QUE PIOR

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[...] Operático como de costume, Freitas do Amaral irrompeu a explicar que a crise vigente só é comparável à de 1383-85 e ao jugo Filipino, dado que está em causa a independência nacional. […]

[…] Após uma ausência de que ninguém dera conta, o prof. Freitas regressou recentemente à emissão regular do tipo de palpites que definem a sua natureza, talvez com esperança de se tornar "presidenciável" a médio prazo. Eu, que já vi de tudo, não digo nada, excepto que seria preferível perder a independência entretanto. [,,,]

Alberto Gonçalves in "Diário de Notícias"
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