Isabel era filha de Henrique VIII e Ana Bolema, executada quando ela tinha dois anos e meio. Na idade de 10 anos foi enviada
pelo pai para Cotswold, povoação de Bisley , em Gloucestershire, para fugir à
peste que grassava em Londres. Não obstante, adoeceu com febre, vómitos e
hemorragias e viria a falecer quando o pai, o alarve Henrique VIII, se deslocava de
Londres para a ver. Depois de muito pensar, havia decidido que ela era a pessoa
indicada para lhe suceder.
A governanta que cuidava dela, Lady Kat Ashley, e o encarregado da sua segurança, Thomas Parry,
borraram-se ao pensar no que faria o rei quando chegasse e tivesse a notícia.
Como ele mal a conhecia, decidiram enganá-lo: procuraram alguém da mesma
estatura para fazer passar pela filha. Mas não encontraram ninguém mais, além
dum jovem da mesma idade e figura semelhante. Não hesitaram, sepultaram Isabel
às escondidas e vestiram o jovem com as suas roupas. Henrique engoliu a
patranha, outros também engoliram, uma trapalhada pouco credível, e o jovem
viria a ser a “rainha” de Inglaterra, Isabel I. Por isso, Isabel I nunca casou,
ficando conhecida na História como Rainha Virgem.
O ossos que estão
na Abadia de Westminster, no mesmo túmulo de sua irmã Maria, são
consequentemente dum homem. Assim diz Steve Berry num livro agora publicado― “The
King’s Deception”―onde defende que é tempo de estudar o ADN dos ossos de
Westminster!
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