domingo, 23 de novembro de 2014

OS GRANDES VELEIROS

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"Ellen"
(Barca)
Ao largo do Castelo de Elsinore
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PENSAMENTO PARA HOJE

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GRANDES CRUZEIROS

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"Europa 2"
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SOYUZ TMA-15M

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Bonita imagem da partida do foguetão Soyuz TMA-15M do Cosmógrafo Baikonur, no Cazaquistão, levando consigo a Expedição 42 para a Estação Espacial Internacional.
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DE FACA E ALGUIDAR

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[...]O denominador comum a todos os contactos revelava uma realidade marcante. Nenhum dos socialistas contactados pelo PÚBLICO assumiu a defesa incondicional da inocência do ex-primeiro-ministro. Nem mesmo debaixo da protectora capa do anonimato. Os amigos próximos, o núcleo duro da liderança de Sócrates, permaneceram mudos. Não se accionou, portanto, o combativo contra-ataque tão característico dos tempos desses Governos.

Isto lê-se no jornal "Público"; ou seja, no PS ninguém defende o homem—nem a tralha socrática. Apenas Edite Estrela disse uma burrice qualquer e João Soares uma ainda maior, qual foi a de que um ex-primeiro-ministro não deve ser preso daquela maneira a não ser por crime de sangue e em flagrante delito—provavelmente ainda com as mãos a escorrer sangue e o resto de um dedo da vítima a sair-lhe da boca, digo eu.
Porque aceita tão pacificamente o PS a prisão e as suspeitas sobre o Zezito? Será porque todos pensam que Zezito é capaz de fazer as coisas de que o acusam? Será? 
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RETRATO


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TSUNAMI DO ZEZITO

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Tozé Seguro tinha posto o Zezito de quarentena. Quando lhe perguntavam o que achava dele, dizia que estava vento do Sul e iria talvez chover, que o Sporting este ano é capaz de ganhar juízo porque a Liga não ganha, que o Dr. Soares é fixe, especialmente quando está calado, rebabá.  Tozé era mal visto no PS por não incensar Zezito. Ninguém lhe perdoava, especialmente o Costa. Não descansaram enquanto não o atiraram de pernas para o ar.
Tozé caiu e calou-se prudentemente. Agora ri-se—a vingança serve-se fria. Costa ficou com o leproso ao colo, em sério risco de contágio; ele, Ferro e a tralha socrática. Como se diz em linguagem castrense, Costa tem o tomate entalado na virilha, localização difícil de desentalar. Escreve bilhetinhos electrónicos aos associados a dizer que foi uma grande surpresa, um choque (quase eléctrico!) e que uma coisa é o antigo Primeiro-Ministro—pela graça de Deus, acrescento—e outra é o PS e a sua acção política em 41 anos, tempo mais que suficiente para fazer muitas borradas.
Se as eleições fossem agora, como os socialistas exigiam, a banhada era para morrerem todos afogados, Costa incluído. A sorte foi Cavaco não ter sabido que o Zezito ia de cana. Mas o tsunami que aí vem depois  deste sismo ainda deve fazer ondas daqui a um ano—ondas maiores que as de 15 metros que tanto impressionam o  Dr. Soares depois de ter lido em diagonal o livro do "professor catedrático de Cambridge", Stephen Emmott.
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PROCURADOR ROSÁRIO TEIXEIRA ?


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Como é sabido, é frequente na Rússiaa conselho das seguradorasos automóveis terem câmaras de vídeo para filmar eventuais acidentes em que estejam envolvidos. No passado dia 14, Sexta-Feirahá nove dias—várias câmaras filmaram a explosão que se vê no filme em cima. A explicação mais verosímil é que se tratasse da explosão de um meteoro, mas os peritos dizem que não tem as características disso. 
O que foi? 
Ninguém sabe, por enquanto; o que dá margem para todas as especulações, incluindo ser coisa de extraterrestres! 
Está boa essa... Pior que a prisão do Zezito!...
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sábado, 22 de novembro de 2014

OS GRANDES VELEIROS

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"Proteus"
(Brigue)
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PENSAMENTO PARA HOJE

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'NORDIC WALKING'

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'ICEBERG TSUNAMI'

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Não tenho muita fé na teoria do aquecimento global—assaltam-me várias dúvidas a seu respeito. Mas isso não interessa porque não é por causa das minhas dúvidas que o planeta aquece ou arrefece. Tal e qual. Contudo, devo admitir que os devotos da teoria são criativos e convincentes—às vezes quase geniais. É o caso dos autores deste vídeo. Muito bem concebido.
No fim das imagens, aparecem as seguintes legendas, difíceis de ler no vídeo carregado no blog
HARMING THE ARCTIC
WILL HARM ALL US
HELP US FIGHT CLIMATE CHANGE 
AND ARCTIC OIL EXPLOITATION

(Com colaboração de Pedro Masson)
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POSTAL ILUSTRADO

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LÂMPADA FUNDIDA

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O Zezito foi preso por ordem de quem de direito a fim de ser apresentado a um juiz para decidir se fica livre, preso ou com a liberdade limitada—é suspeito de ter cometido crimes económicos, segundo o Ministério Público.
A admiração é geral e fala-se com surpresa do facto de ser a primeira vez que um ex-primeiro-ministro é detido no "Portugal democrático"—ainda por cima, por crimes de roubalheira—e diz-se que coisa parecida na Europa só tinha acontecido na Ucrânia e Itália.
Para ser franco, não estou admirado. Admira-me é como um medíocre—provinciano iletrado e "deslumbrado com a cidade"—como o Zezito, chega a Primeiro-Ministro do meu País. Ultrapassado esse obstáculo, tudo pode esperar-se, incluindo os eventuais factos que terão levado à sua detenção ontem. Conheço pormenores da sua vida académica em Lisboa demonstrativos do carácter da personagem. O homem pôs-se a nu com as artes malabares usadas para conseguir uma licenciatura. Se não houvesse mais nada, isso chegava para o definir.
Mas o que na realidade preocupa é o facto do cavalheiro ter chegado onde chegou através do voto, facto agravado por ainda haver quem o considere e respeite politicamente. Não tenho palavras para retratar tal drama. Recorro a Almada, como faço frequentemente: Uma geração, que consente deixar-se representar por um Zezito é uma geração que nunca o foi! É um coio de indigentes, de indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o Zezito, morra! Pim!
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ESQUEÇAMOS O ZEZITO

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

OS GRANDES VELEIROS

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"Frederick Warren"
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HOJE O ZEZITO FOI DE BOLEIA

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A ÁRVORE

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CHILINDRÓ

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Há três dias, transcrevi as seguintes passagens de uma crónica de Rui Ramos sobre a Operação Labirinto:

[...] «As escutas, as prisões, o aviltamento mediático, as sentenças—nada disso os terá feito pensar, hesitar, desistir» [...].

E mais adiante:

[...] «Podemos fazer todo o escarcéu sobre a corrupção. Podemos ameaçar com as mais severas punições para os culpados. O que não podemos, de facto, é esperar que alguma máquina de vigilância e exautoração substitua o sentido individual do dever e da honra. Onde este não existe, não há concurso, escrutínio, vigilância ou dissuasão que 'funcionem'.» [...]

A respeito do citado, comentei:

[...] «Aqui reside o problema básico. A política e a administração pública foram infiltradas por gente sem escrúpulos, aventureiros sem mérito, sem ética e sem vergonha, capazes de arriscar o pior. Não temem pôr em causa o bom nome porque nunca o tiveram.» [...]

Hoje tomo conhecimento que José Sócrates foi preso à chegada ao Aeroporto de Lisboa e será amanhã interrogado pelo juiz Carlos Alexandre, sob suspeita de crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção.

Voilà!

Aliás, há tempos que se nota em certos meios incómodo com a prisão de Salgado, de Vara, dos Penedos, de Isaltino, de Figueiredo, de Palos, rebabá. Isto é, sente-se o cerco a apertar. No caso do Zezito estava mesmo muito perto, como se vê. Foi incauto. Devia ficar em Paris de França. Talvez melhor: fazer uma viagem até ao Brasil.

GRÃO DE CAFÉ

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Em largas áreas da Etiópia, o café é mais que um produto de exportação: é o centro da vida comunitária. Pensa-se que a Coffea arabica teve origem no País, sendo a produção do café a espinha dorsal da economia, com 15 milhões de pessoas a trabalhar em actividades relacionadas com ele. Faz parte da cultura etíope, a ponto de se desejar aos recém-casados que "floresçam como o café". Os agricultores trabalham maioritariamente em regime cooperativo e dizem com orgulho que a melhor recompensa do seu trabalho é o aroma e o gosto do café.
A dado passo, logo no início do vídeo, um deles conta a história do pastor que via uma das suas cabras crescer mais do que as outras e emitir sons diferentes. Seguindo-a, viu que comia grãos do cafezeiro. Provou e gostou—assim terá começou o consumo humano do fruto que é hoje da ordem das centenas de milhares de toneladas por ano.
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