terça-feira, 25 de abril de 2017

QUENTE E FRIO: TUDO LITERALMENTE...

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Uma figura representando Nicolas Maduro, da Venezuela, é queimada na cerimónia da "Queima de Judas", durante as celebrações da Semana Santa.
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Residentes de South Shore, na Terra Nova, Canadá, vêem passar à porta e no mesmo dia, um iceberg!
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ELIXIR DA LONGA VIDA ?

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Sabe-se hoje que o envelhecimento humano pode ser avaliado bioquimicamente através do estudo das alterações chamadas de metilação do ADN. O erro, em relação à idade cronológica, é mínimo. São, portanto marcadores do envelhecimento seguros. O que não se conhece é o seu significado, isto é: são consequência do envelhecimento, ou são causa do envelhecimento? Naturalmente, isso é o importante — se são causa, dá para tentar descobrir o elixir da longa vida.
Porém, ninguém está eticamente autorizado a fazer experiências em seres humanos para tirar dúvidas; nem no Kim Jong-un! O ideal são os sempre tramados ratinhos, enquanto sensíveis almas não se organizarem socialmente para proibir tais barbaridades.
E a boa notícia é que investigadores do European Molecular Biology Laboratory, European Bioinformatics Institute, do Reino Unido, conseguiram demonstrar que o observado no homem se passa igualmente em ratinhos (azar o deles), permitindo manipular as ditas alterações do ADN para tentar retardar — mesmo inverter — o envelhecimento, esperando-se que não resulte daí nenhum Fankenstein.
O trabalho foi publicado a semana passada, 11 de Abril, na revista Genoma Biology, e — embora presuma que não tem pachorra para tal — pode lê-lo aqui
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ESTÁ ENGANADO

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Nenhum deles é membro do Governo de António Costa!
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HOJE É DIA DE FESTA !

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Não é o que está a pensar: hoje, 25 de Abril, ocorre uma efeméride importantíssima na República Democrática Popular da Coreia do Norte. É o Dia das Forças Armadas e Feriado Nacional!
Kim Il-Sung, avô do actual aborto, perdão, Chefe de Estado norte-coreano, mudou a comemoração de 8 de Fevereiro para hoje, 25 de Abril, dia em que organizou a guerrilha, precursora do actual Exército Popular da Coreia do Norte, em 1932. 
Ele há coisas!!!!!!!!!!!!!!...
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POUPEM-NOS PELAS ALMINHAS !

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Cadeia?... Só?!!!...
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INQUIETAÇÂO DE UM EXIBICIONISTA HIPERACTIVO

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(Se o rato estiver parado, dê-lhe um toque com o seu rato e ponha-o a andar para acompanhar Marcelo "Esteves")
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 "O Dolicocéfalo" não quer ser eco do que outros dizem ou escrevem. Tem pontos de vista próprios e dá-se muito bem com isso. Mas há pontos de vista alheios tão próximos dos seus que — sem falsa modéstia — parecem seus, embora beneficiando de muito melhor acuidade de quem os manifesta. Leia-se, por exemplo, o que escreve Alberto Gonçalves — um perigosíssimo fassista — sobre Marcelo "Esteves", no "Observador". Diz assim — e transcrevo na íntegra porque tem de ser:

Uma avioneta caiu em Cascais e o lugar do acidente foi invadido pelas entidades necessárias: ambulâncias, mirones, estagiários televisivos e o prof. Marcelo. Num instante, a chegada do prof. Marcelo tornou-se o centro da notícia, e o rosto dele omnipresente nas intermináveis reportagens que encheram o dia e animaram a melancolia das redacções. De cada vez que alguém falava para uma câmara, o prof. Marcelo plantava-se atrás, a abençoar o que era dito. Ao que tudo indica, o prof. Marcelo não coordenou a logística, não prestou primeiros-socorros aos feridos, não ressuscitou os mortos e, ao contrário do que se esperaria, nem sequer emitiu qualquer palpite.
Então, o que fez ali? Na TVI, salvo o erro, um sujeito tentou uma explicação: o prof. Marcelo evitou o pânico. Sem ele, a acreditar nesta apologia, multidões teriam corrido pela A5 afora, numa debandada em que valeria tudo incluindo arrancar olhos. Com ele, imperou a calma. Para os que acham que “calma” está longe de ser a palavra mais adequada a um desastre aéreo, não achem. No dia seguinte, e só no dia seguinte, o prof. Marcelo apresentou a própria versão dos acontecimentos: “Estava próximo e as notícias que tinha eram, felizmente, porque depois não se confirmou, muito piores”.
Apetrechado do extravagante optimismo com que troca os sintomas de ruína económica por boas novas, o prof. Marcelo limitou-se a acomodar às circunstâncias a sua visão alternativa (digamos) da realidade. De facto, a avioneta podia ser um 747, o parque de estacionamento do Lidl podia ser a audiência do Rock in Rio e – se por redobrado azar o prof. Marcelo não estivesse próximo – Portugal podia agora chorar milhares de vítimas fatais. Assim, chora apenas cinco, o que, de acordo com o prof. Marcelo, é quase motivo de festança.
Enquanto o champanhe não refresca, vale a pena uma perguntinha: o que é isto? Ao que consta, é um Presidente da República. Os cépticos, aliás uma minoria desprezível, dividem-se em inúmeras teorias para decifrar o comportamento do prof. Marcelo desde que entrou em Belém, no caso da avioneta e no resto. O que é que, afinal, fundamenta o alegre frenesim do homem?
Uns defendem que o prof. Marcelo se encontra francamente ao serviço dos poderes vigentes. Outros julgam que o prof. Marcelo procura armazenar legitimidade e “peso” para o dia em que o arranjinho governamental nos devolver à bancarrota. Outros ainda juram que o prof. Marcelo possui um medo fóbico da impopularidade. Outros, por fim, garantem que a euforia inconsequente é o estado natural do prof. Marcelo. Todos terão um pedacinho de razão.
A mim interessa menos a psicologia do prof. Marcelo do que a essência dos respectivos súbditos. É inegável que, voluntariamente ou não, o prof. Marcelo recuperou a tradicional figura do pai colectivo e, ao invés de Soares ou Cavaco, adaptou-a à sensibilidade da época. Os portugueses de sempre precisam de quem pareça protegê-los. Os delicados portugueses de hoje precisam de quem o faça com meiguice ou, para usar o ridículo termo em voga, “afectos”. A mistura de ambos os atributos descreve o sucesso imediato do prof. Marcelo, e descreve-nos melhor a nós, o “povo menino” a que se referia um falecido poeta – um poeta que acrescentava: o que não dá é para ser país.
No fundo, não é ao prof. Marcelo que compete poupar nas fantasias e esclarecer os cidadãos acerca da fraude em que os afundam. São os cidadãos que, se querem merecer o nome, a deviam identificar. Os pasmados são livres de elogiar fervorosamente a zelosa actuação do prof. Marcelo. Mas convinha notar que cada elogio é um atestado de menoridade a Portugal.
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segunda-feira, 24 de abril de 2017

DALI

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REI DO VAPOR

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Quase um Vape God!
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CUIDADO COM O PORCO-ESPINHO !




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O leopardo não se saiu muito bem desta — teve de "pôr as barbas de molho"!
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ABSOLUTAMENTE DE CAIR DE CU

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Comments?!... What for?!
Absolutely to fall on one´s ass!
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O TEMPO É SÓ UMA ILUSÃO

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(Clique na imagem para ver um clip com interesse)
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A diferença entre passado, presente e futuro
é uma  teimosa ilusão!
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TEMPUS FUGIT

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Sed fugit interea fugit irreparabile tempus
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GOSTA DE LAMPREIA? ENTÃO VÁ PENSANDO NISTO

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Há um ano, em conversa com o psicólogo evolucionista Steven Pinker, perguntei-lhe: "Se muitas formas de violência e crueldade que eram toleradas há um século, como a escravatura, o trabalho infantil, a caça dos ursos etc., estão hoje fora de questão, que práticas actuais veremos com horror dentro de duas ou três gerações?"
É fácil responder, disse: comer carn um dia, as pessoas olharão para trás, para a criação de animais para abate, e acharão tal prática uma barbaridade. 
Por ano são abatidas 60 mil milhões de galinhas, 1,5 milhares de milhões de porcos, mil milhões de ovinos e 300 milhões de vacas; e a tendência é para estes números aumentarem.
Assim começa um artigo de Matt Ridley publicado hoje no The Times.
Em boa verdade, começa a haver sinais do que Pinker fala quando vemos o número crescente de vegetarianos que atazanam a cabeça dos omnívoros, de militantes contra as quintas-fábrica, dos que condenam a produção de foie-gras e por aí fora. O lobby pró bem-estar dos animais é cada vez maior e mais influente. Uma organização cujo nome podemos traduzir por "Compaixão pelos Crustáceos" (Crustacean Compassion) faz agora campanha para a protecção da lagosta e do caranguejo, a serem incluídos numa disposição chamada qualquer coisa como "Lei do Bem-Estar Animal".
Sei que o referido faz sorrir quem lê esta prosa "dolicocéfala", mas tal é manifestação de ingenuidade. Já pensou no tempo em que havia luta de galos em Timor Lorosae, por exemplo (não sei se ainda há, mas deve ter acabado); e um divertimento que consistia em amarrar um gato com uma corrente e, com as mãos amarradas atrás das costas, tentar matá-lo à cabeçada, evitando ser arranhado pela unhas afiadas do pobre felino; e nas touradas que têm os dias contados?
Já pensou? Então vá-se habituando à ideia de ao Sábado, ou ao Domingo, sair com a família e ir ao Parque das Nações comer numa esplanada empadão de milho, pasta de proteína vegetal assada no forno, ou bife de raspas de casca de eucalipto! Ria, ria, que depois falamos...
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TURBINA EÓLICA

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Para tranquilidade de todos, informo que saiu incólume.
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EU PECADOR ME CONFESSO

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No principio deste mês transcrevi parte de um texto de António Barreto e, a páginas tantas, comentei assim:

[...] A Sociologia de Barreto é de carregar pela boca, como os canhangulos dos turras. E é pena porque Barreto tem cabeça para ser um homem superior. MAS NÃO É!!!... É PRECONCEITUOSO. [...]

Todos temos dias de estar avinagrados e esse era um dos meus. Apesar do que escrevi, considero Barreto um dos principais pensadores políticos deste País, mesmo não gostando de futebol. E resolvi dizer isto depois de ler hoje uma sua entrevista aqui.  Dela destaco a seguinte passagem — muito boa!

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P: Compreende as críticas que nos fazem, algumas diretamente dirigidas, como a do Ministro das Finanças, Schäuble, e outras indiretamente, como as do ministro das Finanças holandês, Dijsselbloem. E a nossa reacção?

R: Não compreendo. Junto a minha voz à de tanta gente que acha que são uns parvalhões, presunçosos e arrogantes. Dito isto, o que eu percebo melhor num conjunto de entidades e autoridades europeias relativamente a Portugal, foi a péssima sensação que demos de que Portugal exige ter dívidas e exige que eles estejam calados e nos emprestem o dinheiro de que precisamos.

P: E quem é que transmitiu essa perceção? Foi a primeira fase deste Governo de António Costa?

R: Foi toda a esquerda e acho que uma parte do PSD. É uma atitude muito generalizada. No Parlamento Europeu é frequente ver votos em que participam quase todos juntos pela nossa nacionalidade e não pelo partido, ideologia ou doutrina. Acham que estão a defender Portugal e que os credores deviam ter uma atitude diferente em relação a Portugal. Eu também acho que nós não vamos conseguir pagar a nossa dívida a 100% e que alguma coisa vai ter que acontecer nos próximos anos. O volume é tal e com os juros altos, Portugal já pagou várias vezes o que deve. Mas isto só acontece quando se está de boa saúde. Não acontece quando se está em baixo. Dever dinheiro como nós devemos é quase um princípio de escravatura. Fico sempre espantado e surpreendido com a esquerda que aceita que o dever não é grave, não é um problema, porque podemos dever e temos direito a isso. Nunca consegui perceber porquê que a esquerda pensa isto assim.

P: Mas a esquerda defende sobretudo um perdão de dívida ou uma reestruturação da dívida. O Bloco de Esquerda é mais moderado quando não está com as câmaras ligadas.

R: O perdão de dívida vai dar ao mesmo: nós temos direito a dever dinheiro por isso não pagamos. Ficamos muito felizes e não pagamos. Quem deve fica prisioneiro e nós vamos ficar muitos anos prisioneiros dos nossos credores.

P: Isto não foi responsabilidade das elites que se apropriaram do futuro?

R: Foi.

P: Acha que as nossas elites são responsáveis?

R: Acho que sim. Só não alinho com algumas pessoas que dizem que “o povo é bom e as elites são más”. É proporcional. O povo é tão bom como as elites e as elites são tão boas como o povo. O que têm de bom está bem distribuído, o que têm de mau também está muito bem distribuído.


[...]
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domingo, 23 de abril de 2017

RENOIR

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LEVA-ME AO FADO

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Ontem, no intervalo do dérbi, Luís Filipe Vieira, Rui Costa e Paulo Gonçalves, fizeram uma espera ao árbitro Artur Soares Dias para lhe pedirem satisfações por alegados penaltis não assinalados a seu favor. A cena de coacção e intimidação, habitual nestes protagonistas como foi por exemplo relatado em Paços de Ferreira, foi testemunhada pelos delegados da Liga presentes em Alvalade.
Isto escreveu  um papagaio do Sporting, chamado Nuno Saraiva, segundo os jornais.
E, segundo os mesmos, "No ar ficou a possibilidade de o clube de Alvalade apresentar queixa no Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol caso o momento não conste no relatório dos árbitros e delegados.
Por entre acusações de "hipocrisia" e "cobardia", o diretor de comunicação do Sporting apontou o dedo a Vieira por este ser "mentiroso", vivendo escondido no silêncio, e ser o verdadeiro protagonista no que toca ao incentivo ao "ódio e à violência": "Como se não fosse ele o pai do incentivo ao ódio e à violência, que são afinal de contas um crime público. Será que não há ninguém no Ministério Público e nas instâncias do futebol que considere que esta matéria exige investigação? Ou será que são todos subservientes a este canalha?".
O tal Saraiva esqueceu-se de dizer que Vieira também cospe na sopa, bate na avó e rouba bengalas aos cegos. E que todos os dias vai ao Professor Karamba encomendar um bruxedo contra a lagartada.
Se o ridículo fosse música, o tal Saraiva era uma orquestra sinfónica.
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ESTÁ TUDO CHALADO ?

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Já em tempos falei, mais que uma vez, da relação dourada, ou de ouro, da sequência de Fibonacci, do número de Fibonacci e coisas dessas que aparecem na natureza, na concha do caracol e por aí fora, muito usadas na arquitectura, pintura, escultura e sei lá que mais, eventualmente nas tácticas do futebol e na fuga dos chatos para o Egipto, talvez.
Hoje aparece um janota a esculpir espirais de Fibonacci. Ou o defeito é meu, ou está tudo chalado. Em boa verdade, podia se pior.
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TRÉS BON TRAVAIL...

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Depois de 5 anos de poder socialista em França, os franceses passaram-lhe o atestado — está aqui em baixo (Le Monde). Trés bon travail...!
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A culpa foi do árbitro — já estamos habituados:
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O BITAITE

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Isto lê-se na imprensa portuguesa.

Agora digo eu:

Ministro dos Negócios Estrangeiros arrota bitaites sobre as opções políticas de outro País que lhe devia merecer o maior respeito. E se não merece, devia calar-se na mesma porque é ministro de Portugal, infelizmente. Felizmente, digo eu, os franceses estão a cagar-se para ele  com vossa licença.
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