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Manuel Maria Carrilho, disse na “Sic Notícias” que hoje Portugal tem políticos mais autoritários do que no passado recente porque são pessoas impreparadas para o poder e que para se defenderem tendem a gerar o medo nos outros.
Carrilho não falou em José Sócrates mas as críticas acertaram na mouche. «Os grandes estadistas não geram medo, gostam da crítica e do debate», acrescentou, lembrando que no PS não há verdadeiro debate desde 2004, altura em que Sócrates foi eleito secretário-geral do PS, mas apenas reuniões a que chama de «debates com teleponto».
Como pecados capitais dos actuais políticos, o
ministro da Cultura de António Guterres aponta a «demagogia» e o «deslumbramento», nomeadamente com as novas tecnologias, como o Magalhães, e a propaganda.
Carrilho gostava de ser embaixador e não gostou de ser afastado, especialmente com um encontrão de Sócrates. Tem razão em tudo que agora diz, mas Sócrates já era um parolo deslumbrado com a cidade e o poder quando ele foi nomeado embaixador. O mal não é de agora.
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
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