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Segundo informou esta quarta-feira em comunicado o Observatório Europeu do Sul, ESO, o telescópio de rastreamento VST, instalado no Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile, conseguiu captar com grande detalhe a Nebulosa de Tarântula, que representa a região estelar mais brilhante e energética das 50 galáxias mais próximas da Via Láctea, o chamado Grupo Local. Como é sabido as nebulosas são formações de gás e poeira espacial, locais de formação de novas estrelas. A da Tarântula, agora fotografada na sua totalidade, estende-se por mais de 1.000 anos/luz, dentro da galáxia Grande Nuvem de Magalhães, uma das mais próximas da Via Láctea — coisas inimagináveis!
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