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Tão linda
que é a Holanda, não é? Os canais de Amesterdão, os jardins de tulipas, os
moinhos de vento, os vestuários típicos e por aí fora, atraíram milhões de turistas,
pintores, poetas, escultores, fotógrafos, carteiristas, pés-rapados, vendedores
de droga, vigaristas e muitos mais que não cabem neste post de blog de trazer
por casa. Mas sabem uma coisa? Os indígenas, mais conhecidos por holandeses,
fartaram-se ― turista é chato, atrapalha, muitas vezes
rouba e pratica outros crimes, ocupa espaço, gasta ar oxigenado e expira gás
fedorento da ressaca, urina atrás do candeeiro de iluminação pública, quando
não defeca, e só traz problemas à qualidade de vida dos indígenas que, como
referi, se chamam holandeses.Vai daí, holandês, para se ver livre de tais “hóspedes”, deixou de fazer promoção do turismo em tudo quanto é meio de comunicação social ― malandrice!... Mas sabem uma coisa? Não adiantou nada! Turista chato, pelintra e de ideia muito curta, insiste e continua a tirar a clássica fotografia no canal, ou junto do moinho de vento, a embebedar-se à noite e a urinar contra a árvore do jardim. Não dá! O que a Holanda deve fazer é criar postos nas fronteiras para funcionar um serviço especial que paga aos estrangeiros se eles se forem embora antes de entrar ― qualquer coisa parecida com um bilhete só de volta.
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