domingo, 5 de maio de 2019

SOCIALISMO PRÉ-DILUVIANO

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Afinal, a novela da contagem do tempo de serviço dos professores não estará bem contada. Lê-se hoje nos jornais que Assumpção Cristas disse, urbi et orbi, ser a contagem daquele tempo só para “quando houver condições”, designadamente “crescimento económico, sustentabilidade financeira e revisão da carreira, da avaliação e da aposentação dos professores”.
É um nadinha mais complicado do que parecia à quingentésima vigésima sexta vista. Postas as coisas assim mais claras, fica-se informado que os professores terão os 9 anos, 4 meses e 2 dias contados lá para as calendas gregas ― seguramente antes do próximo Dilúvio Universal, fenómeno catastrófico pouco provável enquanto houver um socialista só que seja a zelar por nós  
― Deus os abençoe...
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