sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

EINSTEIN, O MATADOR

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Einstein morreu em 1955. A sua correspondência particular, trocada com a primeira mulher, Mileva, com a segunda, Elsa, e com a enteada, Margot, foi doada à Universidade Hebraica de Jerusalém por Margot, em 1986, com a indicação de que devia ser mantida sem acesso público durante 20 anos após a sua morte. Margot morreu pouco depois nesse mesmo ano e, em 2006, foi conhecida a correspondência.
Há aspectos curiosos nas cartas de Einstein, mas o mais inesperado é que o génio era grande conquistador de corações femininos e trocava impressões sobre tal actividade com a mulher e a enteada.
Embora escrevesse numa das cartas que procurava nas estrelas o que lhe era negado na Terra, a verdade é que ia encontrando na Terra o que procurava nas estrelas. Desde uma jovem secretária, sobrinha dum amigo, por quem se apaixonou e procurou levar para casa, até ao corrupio, antes de emigrar para os Estados Unidos em meados dos anos 20, que incluiu uma Margarete, uma Estella, uma Toni, outra Toni e uma Ethel, com quem compartilhou o prazer de velejar, ler, assistir a concertos e muitas outras coisas referidas e não especificadas.
O homem era um perigo público! Quem diria, com aquela figura? Tenho para mim que era o cabelo que as fascinava.
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