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Quando se aceita estar numa vida mais pública, consegue-se muitas vezes viver com os insultos e ataques que muitas vezes vêm de onde já se espera. Não é isso que mata. O que mói é quando vêm de pessoas mais próximas, como o meu camarada Carlos Carvalhas, e isso põe-nos a pensar sobre o futuro, diz Nogueira, assustado com a possibilidade de ter de ganhar a vida a ensinar a tabuada a criancinhas mal comportadas sem a presença de jornalistas, fotógrafos ou câmaras de televisão.Voltando a Carlos Carvalhas, o antigo secretário-geral do PCP tinha dito ontem na TSF que só entende o apelo aos partidos de esquerda, feito por Nogueira na véspera, “pelo desespero”. “A certa altura, as pessoas agarram-se a qualquer coisa”, acrescentou.
Nogueira está agarrado ao tacho, penso eu de que...
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