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O PORTUGUÊS ACTUAL É DOLICOCÉFALO, ortocéfalo (quase camecéfalo), metriocéfalo (quase acrocéfalo), levemente eurimetópico, de buraco occipital mesossema (quase megassema), leptoprósopo, cameconco ou mesoconco, leptorrínico, fenozígico (quase criptozígico), mesostafilino (quase leptostafilino), ortognata e megalocéfalo. - A. A. M. Correia, "Os Povos Primitivos da Lusitânia", 1924, p. 327
Não imaginava Oliveira e Costa e a camarilha acompanhante que iriam prestar tão importante serviço a tanta gente. Mas prestaram e a recuperação do BPN está, eventualmente, a servir de instrumento para beneficiar alguém, inclusive a Caixa Geral de Depósitos e os socialistas, segundo Fernando Ulrich. De acordo com o banqueiro, o problema do banco falido poderia já estar resolvido e quem deveria ser ouvido era Sócrates e Teixeira dos Santos. Aliás, Lobo Xavier já tinha insinuado o mesmo no programa “Quadratura do Círculo”.
A âncora é um instrumento náutico com utilidade específica e conceito que encerra conteúdos numerosos: o lugar comum é a âncora do discurso, o amor pela terra é a âncora que mantém o agricultor agarrado à arte de empobrecer alegremente, a paixão impossível é o sentimento que prende o solteirão ao celibato, blá, blá, blá... Usada na literatura, seja prosa, seja verso, é objecto de decoração e símbolo dos que fazem a vida no mar.
O fragmento citado de António Barreto vem na sequência de outro onde diz: «Numa reflexão sobre as eventuais consequências sociais e políticas da adesão de Portugal ao Euro, escrevi então que uma das vantagens residia na necessária disciplina financeira a que os governos portugueses, nessas novas circunstâncias, se deveriam submeter. Pressionados e vigiados pelas instituições europeias, pelos governos e pelos mercados, os políticos portugueses teriam, pensava eu, um enorme cuidado na sua gestão financeira e económica, evitariam disparates e refreariam a sua atávica inclinação para a demagogia. Reconheço hoje que se tratou de optimismo não fundamentado. Na verdade, passados estes anos, verifico que essa disciplina não foi eficaz. Por várias razões de ordem interna (a que não são estranhos termos como demagogia, irresponsabilidade e incompetência), as autoridades portuguesas e os vários governos que se sucederam desde 1998 persistiram nas políticas de despesa pública excessiva, de apoio à expansão desregrada de crédito e de fomento exagerado do consumo público e privado. Sem esquecerem as grandes obras majestáticas e os compromissos tomados a longo prazo que hipotecam o futuro das novas gerações.»
25 viaturas foram distribuídas a administradores e colaboradores para fins não exclusivamente profissionais, com custo mensal em renda até 1.150 euros. Não estou... o Tribunal...