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Serviu sob as ordens de três reis e participou gloriosamente em todas as guerras de Itália no seu tempo. Esteve na tomada de Nápoles em 1495 e na conquista do Ducado de Milão em 1500.
Conquista em 1501 várias Praças-Fortes nos Abruzos e Pouilles. Ferido e feito prisioneiro, pelo Duque de Terranova no cerco de Rouvre em 1502, será libertado em 1504. Terá uma participação importante nas Batalhas de Agnadel e Ravena, onde será gravemente ferido.
Em 1511 é-lhe concedido o título de Grão-Mestre de França.
Foi novamente feito prisioneiro na Batalha de Guinegatte em 1513, mas evadiu-se rapidamente e participou na conquista de Villefranche e na Batalha de Marignan.
Promovido a Marechal em 2 de Janeiro de 1515. Retorna a Calais para negociar um tratado de paz com os enviados do Imperador. A negociação falha e La Palice retorna a Itália e bate-se no combate de la Bicoque em 1522.
Foi enviado, em 1523, em socorro de Fontarabie que conseguiu reabastecer. Obriga o Condestável de Bourbon (Carlos III) a levantar o cerco a Marselha, conquista
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Era, como se pode ver, um homem de respeito. Porque tem colada à memória a imagem de calino? Em boa verdade, não tem culpa nenhuma disso. A popularidade junto dos soldados fez nascer várias canções depois da sua morte. Numa delas, cantava-se: S’il n'était pas mort il ferait envie. É pouco inspirado, mas é uma ternura. Só que as almas malignas que vagueiam pelo mundo deturparam a ideia e transformaram-na em: S’il n'était pas mort il serait en vie. Além de pouco inspirado, passou a ridículo. E, com esta piada de mau gosto, se arruinou a memória de um homem notável.
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