segunda-feira, 25 de março de 2019

É DO CONHECIMENTO GERAL MAS DÁ QUE PENSAR !

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QUE TEM O CU A VER COM AS CALÇAS ?

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A MAIS FEIA OBRA DE VAN GOGH ?

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Uma das técnicas pelas quais Vincent van Gogh é celebrado é o uso evocativo e marcante do contraste de cores. Em muitas de suas obras mais famosas ― incluindo Café Terraço à Noite (1888), A Noite Estrelada (1889) e Íris (1889) ― a sua paleta é calmante e convidativa, produzindo cenas destinadas a pendurar, para as gerações vindouras, nas paredes de dormitórios e consultórios médicos. No entanto, este ensaio em vídeo de Evan Puschak (também conhecido como o Nerdwriter) encontra génio nos tons sombrios do trabalho um pouco menos conhecido de Van Gogh, The Night Café,(1888) ― pintura que foi, pela própria admissão do artista, "uma das mais feias que já fiz". Relendo as cartas pessoais de van Gogh e o agudo entendimento da teoria das cores, Puschak examina como o pintor empregou verduras desoladas e vermelhas no trabalho "para expressar as terríveis paixões da humanidade".
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ZÉ COLMEIA "NA MAIOR" !

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E pelo Zé Colmeia não vai nada?!!!...
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domingo, 24 de março de 2019

INESPERADO

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Personagens de obras clássicas inseridas no mundo actual (Alexey Kondakov)
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MORDAZ E CONTUNDENTE

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O prof. Marcelo promete assistir à estreia de uma telenovela. Para mim, é espantoso ainda haver telenovelas. Para o prof. Marcelo é um acontecimento a não perder: “(…) tenho de arranjar a minha vida porque tinha um jantar de trabalho já organizado (…)”. E acrescentou: “Hoje é fácil, puxa-se para trás e vê-se, mas é outra emoção ver no momento da estreia. Vou ver. Depois digo a minha opinião”. 
A opinião permanece um mistério. O facto de o prof. Marcelo ser Presidente da República também.
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Alberto Gonçalves ( "O Reaccionário") in "Observador"
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ALIENÍGENA PROCURA-SE

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Estamos sós? Se há no Universo civilizações alienígenas, porque nunca as “ouvimos”? Chamam a isto o “Paradoxo de Fermi”, famoso astrofísico italiano, um dos que mais se tem interessado por este problema. Estiveram reunidos em Paris na passada semana, mas as conclusões foram… nenhumas.
Se o leitor vir ― ou ouvir! ― algum ET, não deixe de contactar o “Correio da Manhã” (o Bruno de Carvalho não conta).
A fotografia em baixo é de Enrico Fermi, mas deve ter uns “aninhos”.

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FRASES DA HISTÓRIA

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Este homem é perigoso ― ele acredita no que diz.
---Joseph Goebbels (referindo-se a Hitler)
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É O BEM QUE SABE, ESTÚPIDO !

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Imagens caleidoscópicas do "inimigo" carvão. 
Perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe.
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NO TE QUIERO SINO PORQUE TE QUIERO (PABLO NERUDA)

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Leiam, agora,senhores, uma história de pasmar. Não mete sola tão dura que não se possa tragar e acaba bem, com todos em terra a varar... O relato é da revista "Sábado" e o autor João Miguel Tavares.
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Susana Ramos, mulher de Duarte Cordeiro — o agora secretário de Estado adjunto e dos Assuntos Parlamentares e até há bem pouco tempo vice-presidente da Câmara de Lisboa — foi nomeada para a direcção do Fundo para a Inovação Social (FIS), conforme consta do Diário da República de 16 de Janeiro. Nem sequer é a sua primeira nomeação por parte do Governo.
Susana Ramos, que trabalhou na Câmara de Lisboa ao mesmo tempo que o marido (como directora no Departamento para os Direitos Sociais), também já tinha sido escolhida, em 2017, para coordenar a unidade nacional de gestão da EEA Grants, um mecanismo financeiro patrocinado pela Islândia, Liechtenstein e Noruega com o objectivo de reduzir as disparidades sociais e económicas na Europa. Até 2021, há 102,7 milhões desse mecanismo para distribuir, só em Portugal.
Tanto o FIS como a unidade nacional da EEA Grants são duas estruturas criadas recentemente por este Governo para gerir uma pipa de massa. Susana Ramos, que é mulher de Duarte Cordeiro, que é chefe de Catarina Gamboa, que é mulher de Pedro Nuno Santos, que é ministro de António Costa, tem quase 160 milhões de euros sob a sua tutela directa, para “apoiar projectos de impacto na sociedade”. Não é coisa pouca, ainda que o seu currículo na área da gestão de fundos não pareça particularmente robusto. Robustas, essas sim, são as ligações que estabeleceu com o círculo do PS que neste momento manda em Portugal, num eixo que vai da Praça do Município ao Terreiro do Paço, com passagem por São Bento.
Não vale a pena estar aqui a repetir o ineditismo e a escandaleira desta quantidade absurda de relações familiares, que fazem o Governo de António Costa parecer a Casa de Habsburgo. O melhor mesmo é sugerir a Duarte Cordeiro que siga a fórmula Pedro Nuno Santos e faça uma declaração pública de amor à sua esposa através das redes sociais, explicando nomeadamente que: 1) conheceram-se há muitos anos; 2) Pedro Nuno Santos esteve envolvido de alguma forma no seu encontro; 3) partilharam lindas e enérgicas lutas partidárias; 4) a Susana era gira, brilhante e engraçada; 5) é normal apaixonarmo-nos por quem está ao nosso lado; 6) acontece em todas as profissões; 7) ninguém deve ser prejudicado por ser mulher de um político.
Depois disto, bastará continuar a assobiar para o ar e a cantarolar o “Burbujas de Amor”, que em última análise são poucos aqueles que realmente se chateiam com as regras aborrecidas das democracias civilizadas. Por cá, aquilo que mais importa é a poesia do amor, e o amor, como está na Bíblia, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Por favor, não inventem boas práticas éticas que o possam abalar. Pedro amava Duarte que amava Susana. Duarte amava Pedro que amava Catarina. Todos amavam António, desde os tempos da Câmara de Lisboa. O António foi para o Governo. O Pedro foi para o Governo. O Duarte foi para o Governo. A Catarina foi para o Governo. E a Susana foi nomeada pelo Governo. Felizmente, ninguém ficou fora desta história.
Tal é a força do amor.

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(Com colaboração de António-Pedro Fonseca)
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sábado, 23 de março de 2019

PAUL GAUGUIN

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O SARCASMO

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BREXSHIT

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O arquitecto e a mestra de obras responsáveis pela borrada
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O "NASCIMENTO DE DEUS" SEGUNDO HARVEY WHITEHOUSE

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A ideia de um Deus todo-poderoso que vigia os humanos a partir do Céu e pune os que se desviam da norma surgiu depois de estes terem trocado a tribo pela sociedade.
Essa é a principal conclusão de um amplo estudo que revê o surgimento das sociedades complexas e a ideia do Deus moral. Dos antigos egípcios até o Império Romano, passando pelos hititas, os deuses morais só entram em cena quando as sociedades se tornam realmente grandes.
A crença no sobrenatural é tão antiga como os humanos. Mas a ideia de um ser omnisciente vigilante da moral é mais recente. Antes das revoluções neolíticas, do surgimento da agricultura e das primeiras sociedades, os humanos viviam em grupos relativamente pequenos, baseados no parentesco.
Na tribo, todos se conheciam e seria difícil ter uma conduta anti-social sem ser descoberto. O risco de ser apontado, castigado ou expulso do grupo bastava para controlar o indivíduo. Mas, à medida que as sociedades se foram tornando mais complexas, as relações com estranhos ao clã cresciam e, ao mesmo tempo, as possibilidades de escapar à sanção.
Para muitos estudiosos das religiões, a aparição de um Deus moral que tudo vê serviu como “cola” para a coesão social, facilitando a emergência de sociedades cada vez maiores.
“Mas o que vimos é que os deuses moralizantes não são necessários para que se estabeleçam sociedades em grande escala”, disse Harvey Whitehouse, director do Centro para o Estudo da Coesão Social da Universidade de Oxford. “Só aparecem depois do forte aumento inicial da complexidade social, uma vez que as sociedades alcançam uma população de aproximadamente um milhão de pessoas”.

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Assim começa um artigo publicado no site ZAP.aeiou e que vale a pena ler na íntegra aqui.
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QUANDO REMBRANDT VAI AO CENTRO COMERCIAL

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Na Holanda, os responsáveis pelo Rijksmuseum levaram o Museu a um centro comercial, com figuras da obra de Rembrandt ― uma surpresa e meio de publicitar e atrair visitantes.
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(Com colaboração de António-Pedro Fonseca)
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ÁRVORE DE FOLHA PERENE ― E LONGEVA

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DA NOSSA MINUSCULARIA

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O Universo é quase todo espaço vazio, sendo as distâncias entre as estrelas nas galáxias ― e as distâncias entre estas ― incompreensíveis para a escala da nossa mente, muito “curta”. Como disse o astrónomo americano Neil deGrass Tyson, o Universo não tem obrigação de fazer sentido para ti.
A galáxia mais próxima da nossa Via Láctea fica a 2 milhões de anos/luz. E, se é difícil conceber o que são 2 milhões de anos, fica claro que não concebemos a distância percorrida pela luz ― a quase 300.000 km por segundo 
― durante 2 milhões de anos. Uma enormidade!
A luz das galáxias mais distantes que os nossos telescópios conseguem ver, à velocidade de 300.000 km/segundo, partiu das estrelas dessas galáxias há 13 mil milhões da anos ― é muito tempo e muita distância, quase inacreditável.
E para terminar o desfiar de números, neste caso astronómicos propriamente ditos, direi que: a distância média entre estrelas na Via Láctea é de 4 anos/luz; a galáxia contém 300 mil milhões de estrelas, sendo o Sol uma delas; e que algumas dessas estrelas, tal como o Sol, são orbitadas por planetas semelhantes aos do Sistema Solar, incluindo a capacidade de suportar vida tal como a conhecemos.


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sexta-feira, 22 de março de 2019

OS GRANDES VELEIROS

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O INEFÁVEL "JIRÓNIMO"

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COR E MÚSICA NA "CURTIÇÃO"

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