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Por razões que não vêm ao caso, estive hoje todo o dia fora de Lisboa e só agora chego ao blog. E para referir, de forma especial, o protagonismo de António Barreto nos últimos dois dias; ontem com o discurso nas comemorações do Dia de Portugal, e hoje com a entrevista que concedeu à “SIC Notícias”.
É do conhecimento geral o pensamento do sociólogo e ficou demonstrada a sua frontalidade perante alguns tabus, acarinhados e cultivados sibilina e sinistramente pela esquerda. Esquerda que mantém o País prisioneiro - pela conhecida técnica do amedrontamento - de verdades “indiscutíveis”, embora discutíveis no mais alto grau de exigência, como a Constituição e a lei eleitoral.
Barreto é um oásis intelectual e político no deserto de ideias que nos rodeia. Para desintoxicar do Zézito, das bacoquices de Almeida Santos, e das alarvices de Ana Gomes, recomenda-se a leitura de António Barreto de oito em oito horas, até à posse do futuro governo. Pelo menos…
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