terça-feira, 19 de dezembro de 2017

VIVEMOS EM TEMPO DE "SEXUAL HARASSMENT"

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Abre-se a primeira página do "The New York Times" online de hoje e encontram-se mais de 20 referências a casos de assédio sexual, comportamento sexual impróprio, violação sexual, rebabá. O sexo passou a ser mira para os órgãos de comunicação social — os leitores gostam e vende-se bem, especialmente quando envolve gente conhecida.
Tenha cuidado o(a) leitor(a), quando lhe entrar um cisco para um olho na frente de uma rapariga/rapaz porque se há algum jornalista presente pode confundir o piscar do olho com sexual harassment e está tramado: faz capa de revista; no mínimo!
Em baixo, pequena galeria de alguns dos visados com acusações de comportamentos sexuais impróprios.
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PS - A expressão vai em inglês no título porque são os anglo-saxónicos os mais preocupados com o fenómeno.
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