sábado, 2 de março de 2019

ONDE HÁ ÁGUA HÁ "CABEÇA"

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As recentes descobertas de Dimitar Sasselov e colaboradores, de numerosos planetas semelhantes à Terra fora do Sistema Solar, incluindo mundos com água, aumentam grandemente a probabilidade de lá encontrar vida. Sasselov estima que há cerca de uma centena de milhares de “Terras” e “Super-Terras” na nossa galáxia. E onde há vida microbiana, haverá vida inteligente no futuro. 
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-J. Craig Venter
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ESCÁRNIO E MAL DIZER

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Thomas Macaulay, escritor inglês, sobre John Dreyden, também escritor e seu compatriota:
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A sua imaginação parece as asas de uma avestruz: permite-lhe correr, mas não levantar voo.

JAI SINGH II RAJÁ DE JAIPUR

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A interessantíssima figura que se vê em cima é de Jai Singh II, Rajá de Jaipur no ano 1720 e grande mentor da Astronomia no Sul da Ásia.
Além de conseguir a colaboração dos Jesuítas, os grandes astrónomos da época, Jai Singh construiu observatórios monumentais nos seus domínios, ficando famoso o Observatório de Madras, um dos primeiros observatórios modernos da Ásia, de que se mostra um desenho da época, em baixo.

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QUEM NASCE TORTO TARDE OU NUNCA SE ENDIREITA

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sexta-feira, 1 de março de 2019

OS GRANDES PAQUETES

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---"Costa Favolosa"
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PREOCUPANTE

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A ESTRELA QUE NOS ALUMIA

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O Sol existe há 4,5 mil milhões de anos e está quase a atingir o meio da sua vida, restando-lhe cerca de 6 mil milhões. Ocorrerá então enorme explosão, “engolindo” os planetas que o rodeiam, incluindo a Terra, e pondo um ponto final nas formas de vida que conhecemos. Tal não irá “bulir” com a expansão do Universo, provavelmente destinada a nunca acabar, deixando para trás espaço frio e vazio. Esta é a única previsão de que os cosmologistas actuais podem falar.
A visão de que o homem é uma espécie que ficará para trás não é assumida por muitos, especialmente por razões religiosas. É aceitar que ele representa o fim da evolução natural de Darwin, o cume, o seu máximo. 

Naturalmente, se aceitarmos a ocorrência de fases cósmicas cíclicas, admitir-se-à que se inicie novo “programa evolutivo”, com criaturas diferentes de tantas, ou mais, novas espécies. O Homo sapiens não pode tomar-se, cosmologicamente, como elemento indispensável ― nesse aspecto vale muito pouco.
Mais que o homem, valem as leis da Física e da Química, referindo apenas estas duas para simplificar. Reger-se-á o Universo remodelado por essas mesmas leis, ou terá outras diferentes, como matéria repele matéria na razão inversa da massa e directa do quadrado da distância?
O nosso conhecimento actual não tem respostas para muitas questões deste tipo e, seguramente, nunca terá. É matéria para especulação filosófica, a qual permite explicar aos outros aquilo que não percebemos; digo eu, com o máximo respeito por ela. 

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TOMA CUIDADO ! . . .

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Ri-te, ri-te mas olha que um dia destes é ele que tem o comando na mão!
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NELSON VOADOR

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O português Nelson Évora, do Sporting, qualificou-se hoje para a final do triplo-salto dos Europeus de atletismo em pista coberta, ao saltar 16,89 metros na qualificação, em Glasgow, na Escócia.
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ESTUPIDEZ AO QUADRADO

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São portugueses e bloggers (será isso profissão?) e têm publicadas milhares de fotografias. Nenhuma tão irresponsável como esta. Dá para ver o que a casa gasta!
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OS MILAGRES DA ARQUEOLOGIA

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TURQUIA

(Ver em ecrã cheio)
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

TICIANO

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RELEMBRANDO O "MAGALHÃES"

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Não há milagres, as pessoas que integram este Governo, os seus principais ministros, alguns secretários de Estado promovidos, eram as pessoas que andavam a atravessar o Atlântico com os computadores Magalhães no tempo de Hugo Chávez. --

Paulo Rangel

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(Na imagem - Chávez, Zezito e o saudoso "Jamais")
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O QUE DISSE O CRÍTICO

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Sobre Emile Zola:
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O seu trabalho é mau e ele é um desses seres infelizes dos quais se pode dizer que era melhor não ter nascido.
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Anatole France
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OLHEM PARA A CHINA ! ! !

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CRÍTICA FALHADA

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A monstruosidade mais insolente perpetrada na história da música. Do princípio ao fim dos seus 339 compassos, é simplesmente a repetição incrível do mesmo ritmo e, acima de tudo, o recurso ruidoso de uma melodia de cabaré esmagadoramente vulgar, que é um pouco do lamento de um gato desregrado de uma qualquer viela das traseiras.

EDWARD ROBISON (ACTOR)

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QUANDO A TERRA VALE MAIS QUE OURO

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   (VER EM ECRÃ CHEIO)-
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Singapura é um pequeno país com influência desmedida. O país insular do Sudeste Asiático tem cerca de 5,6 milhões de habitantes em apenas 278 milhas quadradas, tornando-se o terceiro país mais densamente povoado do mundo. A sua riqueza é principalmente baseada em petróleo, mas, devido à população crescente, à economia em expansão e à elevação do nível do mar causada pela mudança climática, a terra está rapidamente a tornar-se no recurso mais precioso. 
Desinteressado em reinar em expansão, o governo tem um plano: através do que é conhecido como "recuperação de terras", Singapura expandiu o tamanho em cerca de 24% desde a primeira independência em 1965 e planeia expandir outros 8% até 2030.
Entre 2007 e 2017, grande parte da areia usada para o crescimento físico de Singapura foi dragada e enviada do Camboja, com pouca influência dos moradores mais afectados. Mundo perdido segue Vy Phalla, uma mulher cambojana cujo modo de vida é roubado debaixo de seus pés, enquanto o processo de dragagem industrial danifica as hidrovias e florestas de mangue de que ela e sua comunidade de pescadores dependem. Traçando a jornada de Phalla da sua modesta ilha para os exuberantes jardins botânicos da Floresta de Singapura - uma atracção turística construída em solo recuperado - este pequeno documentário oferece uma perspectiva vital sobre a terra artificial que emergiu como questão ambiental e geopolítica urgente na última década.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

"GRAFFITI" NA PINTURA CLÁSSICA

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A PROVA E A SUA AUSÊNCIA

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É de todo impossível provar que não há cisnes pretos ― procurá-los por todo o lado e não os encontrar não é prova bastante de que não existem. O mesmo acontece com tudo na vida. Ausência de prova não é prova de ausência é norma aplicável em geral, ou quase, mas é na Ciência que mais reina.
Um investigador põe uma rã em cima da mesa e grita-lhe: salta! É mais que provável que ela acabe por saltar. Depois corta-lhe as pernas, repete a ordem e ela não salta. Escreve, então, na ficha da investigação que as rãs deixam de ouvir quando lhes cortam as pernas. É uma caricatura mas também exemplo de muitas conclusões saídas da investigação, mesmo a realizada seguindo as regras.
O método científico está hoje muito apurado e continua a apurar-se constantemente; mas é preciso manter o pé atrás. Por mais que o homem se apure e afine ― e apura e afina ― nunca deixará de ser driblado pela natureza, sua mãe.

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O VIOLONCELO

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CARNAVAL DE VENEZA

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LUA-CHEIA

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Não é uma montagem!
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ASNEIRAS QUE NÃO PODEM SER REPARADAS

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Errar é próprio do homem, incluindo quando se pretende fazer justiça.
Como se sentirão agora os que condenaram este homem?
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OS MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS

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Este era hoje, 27/02/2019, o panorama dos oceanos sulcados por milhares de navios. Cada cor não tem o seu paladar, mas corresponde a um tipo diferente: pesca, carga, passageiros, petroleiros, militares, rebabá. Longe vai o tempo dos mares nunca dantes navegados do vate!
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ERNEST DESCAIS

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

GOVERNO OU INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA À FAMÍLIA?

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ESTROMATÓLITOS

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Ninguém sabe como e quando começou a vida na Terra. Investiga-se muito mas, por enquanto, há só hipóteses e não muito consistentes, baseadas em observações desenquadradas ― por exemplo os estromatólitos, nome que só por si já é um susto. São rochas fósseis de meios aquáticos, mais antigas que o rascunho da Bíblia, onde se terão desenvolvido seres capazes de sintetizar oxigénio. Encontram-se na Austrália e em vários outros locais remotos, para quem está no Estádio da Luz, e podem ver-se na fotografia em cima. Têm mau aspecto!!!...
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REDUNDÂNCIAS

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Uma das expressões com mais uso na actualidade é a da “igualdade de género”, no sentido de referir tratamento igual ao homem e à mulher ― ou à mulher e ao homem (ainda mal abri a boca e já estou a “embrulhar” a conversa). Resumindo, homem e mulher têm sexo diferente, mas são seres iguais sociologicamente e não só. O conceito pode estar certo, e seguramente está, mas a expressão  "igualdade de género” foi mal escolhida em minha  opinião. 
Género é um dos ramos da Taxonomia de Lineu aplicada aos seres vivos e que inclui os seguintes grupos: Reino – Filo – Classe – Ordem – Família – Género – Espécie. Nesta ordenação, não há distinção dos sexos. Macho e fêmea pertencem igualmente ao mesmo grupo. Então porque falar em igualdade de género? Talvez se disséssemos igualdade de espécie quando falamos em igualdade de género, fôssemos mais correctos.  Mas acho mesmo que se devia continuar a usar igualdade de sexos, pois o conceito diz respeito aos dois sexos em todos os grupos de Lineu e não ao género apenas.
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UM PENSAMENTO PARA LOGO À TARDE

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

OS GRANDES VELEIROS

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NESTE DIA

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Neste dia, em 1507, o Papa Pio V excomungou a Rainha Isabel I de Inglaterra por heresia

ZEBRADO, LISTADO, MARADO

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Sabe porque carga de água as zebras têm o pêlo listado, coisa que não lembraria nem ao careca? Não se trata de ornamento, muito menos de moda. Várias hipóteses foram postas ao longo dos tempos, passando por Darwin,  mas a experimentação mostrou não serem válidas. 
Só recentemente se efectuaram estudos que levantaram a ponta do véu: o padrão listado a branco e negro afasta insectos voadores transmissores de doenças fatais, como a mosca do tse-tse, a mosca de cavalo e outras. Protegendo parte do corpo de cavalos normais com mantas listadas (ver figura), verificaram os investigadores que aquelas moscas só pousavam nas áreas descobertas. Isto porque os insectos transmissores dos agentes das doenças têm visão deficiente nas áreas listadas.
Quer dizer, se formos fazer pic-nic em área com moscas, devemos fazer-nos acompanhar de chapéus, toalhas, camisas, calças e, eventualmente, ceroulas zebradas. Não lembra ao Diabo!

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BRADLEY COOPER E LADY GAGA

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You'll Probably Be Hearing About Today

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É EVIDENTE

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Perguntar ao  escritor o que pensa dos críticos é
perguntar a um candeeiro o que pensa dos cães.

Cristopher Hampton
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SIMBIOSE REPUBLICO-MONÁRQUICA

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Luís Rosa assina um artigo publicado hoje no “Observador”, com o título “Os Geringonsos Monárquicos”, onde aborda o facto de o actual Governo incluir dois ministros que são marido e mulher e outros dois que são pai e filha. Isto é, há dois pares de ministros em que uma relação familiar muito próxima é provavelmente inédita no mundo civilizado de hoje ― falo de José Vieira da Silva e de Mariana Vieira da Silva; e de Eduardo Cabrita e Ana Paula Vitorino.
A páginas tantas, diz Luís Rosa sobre António Costa e os socialistas: “São contra, e bem, a entrega da Chefia do Estado tendo como única referência o sangue e as relações familiares, mas não vêem problema em que marido e mulher sejam ministros do mesmo Governo e em que o pai e uma filha partilhem a mesa do Conselho de Ministros. Moral da história: dizem-se republicanos mas atuam como monárquicos”.
Na realidade, não se vê como é possível que, em Conselho de Ministros, cada uma destas almas vote em desfavor do seu par, por muito isenta que seja a sua natureza. Tal situação é teórica, mas perfeitamente admissível, donde concluir que mais vale prevenir que remediar, não transformando o Conselho de Ministros numa reunião de escuteiros à volta de uma fogueira.

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PONTO DE VISTA


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domingo, 24 de fevereiro de 2019

OS GRANDES VELEIROS

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MAR VERMELHO

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Peixe Leão
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A MÁQUINA PENSADORA

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O cérebro humano é uma ferramenta de inconcebível complexidade. Enquanto focados nos acontecimentos do dia a dia, ele processa enorme quantidade de informação abaixo do limiar da consciência, informação que vai formatar, subtilmente, o pensamento, os sentimentos e as acções na vida futura. Coisas como cores, clima, ambiente ― urbano ou rural ―, símbolos e por aí fora, influenciam o comportamento do homem, sem que este se aperceba. Assim se explicam muitas condutas aberrantes. Não sou eu que o digo, mas Adam Alter, professor de Psicologia na Universidade de Nova Iorque.
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O DECLÍNIO DA CORAGEM

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[...] A coragem cívica não só desertou globalmente do mundo ocidental, mas também dos países que o compõem, de cada um dos seus governos, de cada um dos seus partidos e, bem entendido, da Organização das Nações Unidas. Este declínio da coragem é particularmente sensível na camada dirigente e na camada intelectual dominante e daí vem a impressão que foi de toda a sociedade que a coragem desertou. É evidente que há ainda muita coragem individual, mas não são essas pessoas que orientam a vida da sociedade. O funcionários políticos e intelectuais patenteiam este declínio, esta fraqueza e esta irresolução tanto nos seus actos como nos seus discursos e, mais ainda nas considerações teóricas que fornecem com toda a complacência para provarem que esta maneira de agir, que alimenta a política de um estado na cobardia e no servilismo, é pragmática , racional e justificada seja qual for o plano intelectual, ou mesmo moral, em que nos coloquemos. Este declínio da coragem que, aqui e ali, parece ir até à perda de todo e qualquer vestígio de virilidade, encontramo-lo realçado com uma ironia especial nos casos em que esses mesmos funcionários sofrem súbitos acessos de valentia e de intransigência para governos sem força, de países fracos que ninguém apoia ou para correntes condenadas por todos e que, manifestamente, não têm qualquer possibilidade de poder ripostar, ao passo que sentem a língua e as mãos paralisarem-se-lhes diante de governos mais poderosos e das forças ameaçadoras, diante dos agressores e da Internacional do terror […]

Alexandre Sojenitsyne in “O Declínio da Coragem"

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MODERNICES "CONTRA NATURAM"

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Será legítimo separar ‘homens’ e ‘mulheres’ pela configuração das respectivas genitálias? Obviamente que não: o sexo não determina o sexo. Melhor falar em ‘género’ porque a fluidez da espécie a isso obriga: parafraseando o dr. Freud sobre as bananas, às vezes um pénis é apenas um pénis. Nada obriga a que o respectivo portador se sinta ‘homem’ por 
causa disso. Felizmente, o governo está sintonizado com o ar do tempo e promete novos cartões de cidadão onde o ‘género’ substitui o sexo. Faz bem. Embora, aqui entre nós, o ideal fosse não haver género, como chegou a ser aventado. Se tudo é uma construção subjectiva sem nenhuma caução biológica, é perfeitamente razoável ser homem às segundas, quartas e sextas; mulher às terças e quintas; e uma mistura andrógina aos sábados. Aos domingos, não haveria género. Nem sexo. Os dias de descanso existem para alguma coisa.
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João Pereira Coutinho in "Correio da Manhã"
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VANDALISMO TERCEIRO-MUNDISTA

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sábado, 23 de fevereiro de 2019

ARTE AFRICANA

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