quarta-feira, 8 de março de 2017

QUANDO O ANEL VIRA VENTOÍNHA

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Porque traz sempre a Rainha de Inglaterra uma carteira Launer no braço? Em primeiro lugar, evidentemente, para transportar objectos de que precisa: um espelho, o batom, uma caneta, algumas pastilhas de hortelã e os óculos de leitura. Mas não só. A carteira é o instrumento que usa para enviar mensagens encriptadas ao seu staff.
Quando algum "Marcelo" se "pendura" tempo em excesso a conversar, a rainha troca a mala de braço. Imediatamente os funcionários acorrem e dizem ao "Marcelo" em causa qualquer coisa como: "Senhor, o Arcebispo de Canterbury gostaria muito de conhecê-lo".
Se, num jantar, a pousa em cima da mesa, está a dar sinal que quer zarpar em menos de 5 minutos. Mas, se for no chão, a situação é urgente: a dama de companhia tem de ligar o pirilampo rotativo e a sirene para ir resgatá-la tout de suite.
Mas, pior que tudo, não é qualquer um dos sinais de mala: é o sinal do anel! Se Her Majesty roda o anel no dedo, tem de sair mais depressa que um rocket Saturn V de Cape Canaveral. Provavelmente, para ir ao water closet!
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