O cafeeiro é cultivado em 11 milhões de hectares de terras agrícolas e todos os dias são bebidas mais de 2 mil milhões de chávenas de café em todo o mundo. As espécies mais consumidas são a Coffea canephora e a Coffea arabica, conhecidas por robusta e arábica. Um grupo internacional de cientistas conseguiu agora estudar o genoma da robusta que tem mais de 25 mil genes codificadores da síntese de proteínas, segundo trabalho publicado na revista "Nature". A arábica tem um genoma mais complicado, razão porque os investigadores optaram pela robusta. Esta tem mais cafeína e corresponde a um terço do café industrializado, incluindo cafés instantâneos como o Nescafé.
Curiosamente, as folhas da planta também têm cafeína e é nelas que se encontra maior concentração. Quando secam, caem no solo e o alcalóide impede o crescimento de outras plantas no local, mecanismo de conservação da espécie. Por outro lado, a cafeína cria dependência nos polinizadores, tal com no homem, assegurando as suas visitas e a reprodução da planta. Espeeeerrrrtaaaaaaa....!!!
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