[...] Um Estado de direito não pode assentar em normas imorais. Três exemplos retirados do molhe. Depois de ter dirigido o governo do país de uma forma desastrosa, e com diversos problemas pessoais, que sempre deixam má memória, desde a licenciatura, a projectos duvidosos, José Sócrates tem lugar como comentador político na TV do Estado, sem que alguma vez, anteriormente, tenha exercido cargo idêntico. É legal mas é incorrecto.
Paulo Portas, que
cria um problema insolúvel com a
significação dos vocábulos, quando toma a decisão
irrevogável de se demitir do
Governo e não o faz, nem cora de
vergonha.
Passos Coelho
passa uma esponja sobre o passado
académico de Miguel Relvas e
volta a colocá-lo na ribalta da
política partidária, como se isso
fosse a coisa mais natural e o povo
sofresse de amnésia.
É verdade que não
há dinheiro, mas mais que o
dinheiro, o que faz mais falta é
o decoro.
Joaquim Carreira Tapadinhas in "Público" (Cartas à Directora)
.

Obrigado por considerarem o meu artigo, retirado do jornal Público, digno de ser inserido neste blogue.
ResponderEliminarSeja bem-vindo a bordo. O "blog" é que agradece tudo quanto é pensamento pertinente e sensato. Esperemos que dê fruto.
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