Um automobilista circulava num Mercedes quando o amigo que
transportava lhe perguntou para que servia aquela estrelinha na parte da frente do carro. Explicou-lhe que era para fazer pontaria e disse: repara como acerto
naquela bicicleta quando lá chegar. Passava já ao lado do pobre ciclista,
preparado para se rir do amigo, quando ouviu um estrondo e alguém a berrar,
enquanto o amigo dizia triunfante: tanta tecnologia, mas se eu não lhe tivesse
dado com a porta falhavas o tipo.
Hoje esse triste que dá por Henrique Santinhos, do Sindicato
dos Pilotos, disse triunfante, como o
labrego do Mercedes, que tinha conseguido infligir um dano de 30 milhões de
euros na TAP. Esqueceu-se de referir os transtornos causados a milhares de
passageiros, mas fica para a próxima.
Os pilotos vão conseguir a coisa que eu mais desejo: acabar
com a TAP. Já! Depois ficam com 20% do
capital de nada, ordenado igual a nada e a possibilidade de irem trabalhar para
o Botswana, Zimbabué, talvez para o Burkina Faso; eventualmente, comprar um Tuk
Tuk e ir mostrar a Torre de Belém aos "camones". A última hipótese é a mais vantajosa, pois
podem ficar com 100% do capital da empresa e são eles mesmo a decidir qual será
o ordenado. Para não falar nessa coisa do jet
lag que não se sente muito no Tuk Tuk.
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