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A Via Láctea é o sistema astronómico em que vivemos,
constituído por centenas de milhares de milhões de estrelas mantidas em
conjunto pela gravidade e que Einstein pensava (1917) ser todo o Universo. Hubble
viria a demonstrar posteriormente que há muito mais galáxias, algumas maiores,
outras menores que a Via Láctea.
Entretanto, novos métodos de investigação astronómica mostrariam
que estas galáxias se agrupam em clusters
aparentemente móveis, afastando-se continuamente umas das outras. Em boa
verdade, afastam-se não porque se movam no espaço, mas porque o espaço "cresce"
permanentemente. Tudo se passa como as figuras desenhadas na superfície de um
balão ao ser insuflado.
Para tornar as
coisas ainda mais extraordinárias, o afastamento não se faz de forma uniforme —
se uma galáxia, num determinado tempo, se afasta x, em tempo igual a seguir afasta-se
o dobro, ou seja 2x! O "mundo" não tem problemas com falta de espaço —
este cresce mais que a dívida portuguesa!
É difícil "caber" na nossa cabeça esta noção de crescimento contínuo, acelerado e sem limites do espaço. Como diria Guterres, é a vida!...
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