segunda-feira, 22 de novembro de 2010

TARGET CADELA DE GUERRA

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Nos teatros de operações do Afeganistão, os soldados não são autorizados a “adoptar” cães vadios, embora isso se tivesse tornado prática corrente, fechando as chefias os olhos porque os animais constituem óptimo meio de tornar menos dura a vida nos acampamentos.

A cadela que vemos em cima, de nome Target, foi “adoptada” por um militar do serviço de saúde no Afeganistão, depois de ter evitado que um bombista suicida entrasse num aquartelamento de americanos, tendo as cargas que transportava explodido no exterior, ferindo gravemente a cadela e dois outros cães com o mesmo estatuto de adoptados, mas poupando os militares. O elemento que a adoptou foi o militar que a tratou e a levou para os Estados Unidos.

Pois Target foi apanhada pelos serviços municipais do local onde vivia e tomada erradamente por “cão vadio”. Levada para o canil, foi ali abatida por engano por um funcionário que julgou tratar-se de animal para sujeitar à eutanásia. Uma série de mal entendidos com o animal fizeram dela vítima de procedimento kafkiano que não merecia. Deve ter pensado que os homens são todos umas cavalgaduras e não se terá enganado muito.
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