sábado, 24 de março de 2018

ROSAS É PIM-PAM-PUM

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Fernando Rosas, que (felizmente) não conheço de lado nenhum, a não ser de o ver, uma vez ou outra, pendurado num cachimbo a arrastar uma enorme pasta, por certo cheia de causas fracturantes, na Avenida de Berna, terá dito num programa da TV: “O CDS pode ter esta coisa da modernidade e tal, são muito modernos, até têm um dirigente que diz que é gay… Ai que moderno que ele é!”, blá, blá, blá...
Fernando Rosas é fundador de um partido onde pontificam personalidades capazes de crucificar qualquer militante do CDS que dissesse coisa semelhante de um bloco, fosse ele de esquerda, do centro, da direita, de notas, do voleibol, térmico, de cimento, operatório, de design, rebabá...
Rosas é um pedaço de asno porque não tem estatura para ser um asno completo. É um autómato que deita pra fora o que a gente já sabe que vai sair. Em génio nem chega a pólvora seca e em talento é pim-pam-pum. E ainda há quem lhe estenda a mão. E quem lhe lave a roupa! E fique sabendo o Rosas que, se todos fossem como eu, haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a gastar.
Está dado o recado.

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