terça-feira, 25 de agosto de 2015

É A UNIÃO EUROPEIA

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No "Observador", num comentário sobre o programa económico-financeiro do PS, uma leitora escreve o seguinte:

 [...] O PS continua a não explicar como é possível cumprir o tratado orçamental aumentando as despesas do Estado enquanto reduz as suas receitas. Com mais despesa e menos receita consegue saldos menos negativos. Alguém acha isso possível? O Costa acha. Agora até descobriram que reduzem as despesas. Mas olha-se para as medidas que propõem e todas aumentam as despesas. Depois descobriram que podem pôr o país a crescer aumentando o poder de compra. É o modelo de Sócrates que deu na bancarrota. O poder de compra insuflado em Portugal acaba por criar emprego algures na Alemanha ou Espanha. Se a nossa economia tivesse barreiras alfandegárias seria diferente. Mas não tem. Se pensam que é por esta via que criam emprego estão a enganar-se e a enganar o povinho. Criam bancarrota. [...]

Voltamos ao problema do consumo—recordo um dado que já aqui referi duas ou três vezes: a venda de automóveis no primeiro semestre deste ano cresceu 30%, quando a média na União Europeia foi de 8,2%. Como diz a comentadora, poder de compra insuflado em Portugal acaba por criar emprego algures na Alemanha ou Espanha. São os ossos da União Europeia. É complicado!
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