quinta-feira, 11 de outubro de 2012

É O VENTO VENTANDO, É O FIM DA LADEIRA


Mr. Hollande, é uma desilusão. Não porque Sarkozy fizesse melhor nem, provavelmente, por culpa dele. Mas por essa velha madrasta chamada realidade que leva as pessoas sensatas a perceber que não se pode combater moinhos de vento. O Presidente francês já recuou em muitos pontos do seu programa, tem uma mini-rebelião no seu grupo parlamentar e, hoje mesmo, o meu amigo Daniel Ribeiro, informa a partir de Paris, onde é correspondente muito bem informado, que os 'patos-bravos' o obrigaram a não levar para a frente um imposto sobre mais-valias geradas por empresas. Isto, depois de uma mexida na TSU, e de ter aprovado o tratado orçamental que condenava, é uma cereja em cima do bolo. De tal modo, que um ex-ministro diz do Governo de Hollande o que qualquer português pode dizer do seu (idem para qualquer europeu): "Este Governo dá o sentimento de estar em permanente improvisação e amadorismo".

Henrique Monteiro in "Expresso"

O Grupo Parlamentar do PS tinha dois BMW série 5 e dois Audi 4 em sistema de renting. O contrato acabou. Decidimos a solução mais económica. Passar para aluguer de longa duração e alugar um Audi A5 e três VW Passat. Só quem não sabe o que é a actividade da Assembleia da República pode imaginar que um grupo parlamentar pode não ter carros para os deputados que são solicitados para participar diariamente em atividades da sociedade civil em todo o país."
Pagamos mensalmente 3700 euros de renda. É dinheiro dos contribuintes? Claro que é. Mas quem quer uma democracia sem custos, o que verdadeiramente deseja é uma não democracia.

Carlos Zorrinho in "Facebook"
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