sábado, 20 de outubro de 2012

POUPEM-NOS, PLEEEEEEASE!

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O pateta alegre e senil deu ontem uma entrevista a uma rádio francesa e disse o que quase toda a gente pode dizer com razão e ele não pode. Um tipo que estafou milhões do erário público em coisas para seu belo prazer; que esteve na alma de duas falências técnicas de Portugal; que impôs austeridade violenta, com o aparecimento do fenómeno já esquecido no País das bandeiras negras da  fome; envolvido em actos financeiros  mal esclarecidos em Macau; malcriado e pesporrento, como diz o bastonário dos advogados; vaidoso até ao patológico; e em estado adiantado de putrefacção mental, deve permanecer calado em público e dizer mal do governo em casa e nas reuniões privadas com os amigos tão ou mais senis do que ele.
Deste modesto lugar envio um apelo aos órgãos de comunicação social portugueses e internacionais: por favor poupem-nos ao espectáculo deprimente de ver, ouvir e ver esta figura patética—JÁ, SE POSSÍVEL.
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