sexta-feira, 21 de março de 2014

'TOP TEN'

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Jonathan Jones é inglês, critico de Arte e escreve no “The Guardian”. Hoje mostra o que considera as dez melhores obras artísticas de todos os tempos. São elas o “Feto no Útero” de da Vinci; “A Decapitação de S. João Baptista”, de Caravaggio; o “Auto-retrato Com Dois Círculos”, de Rembrandt; uma pintura das Caves de Chauvet, em França; o “One: Number 31. 1950”, de Jackson Pollock; “Las Meninas”, de Velázquez; o “Guernica”, de Picasso; “Os Prisioneiros”, de Michelangelo; três esculturas do Partenon; e o “Mont Sainte-Victoire”, de Cézanne. (ver aqui)
Cada um tem seu gosto e, salvo o devido respeito por melhor opinião, acho o “Feto no Útero”, de da Vinci, de bastante mau gosto. Para as pinturas das Caves de Chauvet (de há 30.000 anos!) e para o Mont Sainte-Victoire, vão daqui 20 valores.
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"Feto no Útero"


Caves de Chauvet

Quem pintou estes estranhos retratos de animais? Não havia escrita na Era do Gelo e, portanto, nada se sabe de nomes, se havia nomes neste povo. Os artistas das caves podem ter sido mulheres, podem ter sido crianças. Sabe-se é que o Homo sapiens, a nossa espécie,  deixou a sua marca com estas pinturas, belas e inteligentes, como nunca tinha havido.
(Legenda  de J. Jones)


Mont Sainte-Victoire

A visão distorcida de Cézanne é um conjunto de vistas, hesitações e reconsiderações. A intensidade do olhar e a seriedade da sua mente quando tenta ver, e de algum modo agarrar, a essência da montanha que tem na frente revelam uma das maiores lutas na história da arte. A partir daí, rapidamente surgiu o cubismo e o abstracionismo. Mesmo que a investigação de Cézanne não tivesse levado a nada, ela tê-lo-ia posto entre os maiores artistas.
                                                     (Legenda  de J. Jones)
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