sexta-feira, 10 de abril de 2015

DESCONFIADO ! ! ! . . .

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Na opinião de Pedro Dellile, o crime que a acusação está a imputar ao Zezito não existe ainda—crime de enriquecimento ilícito. Salvo o devido respeito por causídico tão brilhante, acho a conversa uma habilidade. O lido nos jornais é que o seu constituinte é acusado de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, crimes nascidos e baptizados há séculos, o que faz diferença.
Depois, pergunta se é crime fazer uma viagem a Paris, ou pedir dinheiro a um amigo. Já toda a gente percebeu que Zezito não está preso por fazer uma, duas, quatro, ou vinte viagens a Paris. Também não está preso por ter pedido dinheiro a um amigo, não senhor. Está preso porque há fortes indícios de gastar dinheiro mal ganho que circulava de forma suspeita dentro de envelopes ou malas, em numerário, isto no Século XXI. E a explicação para forma tão inusitada de transferência de valores era a de que Zezito "desconfiava dos bancos". Ridículo, se não fosse patético.
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