terça-feira, 27 de janeiro de 2015

AUSTERIDADE É QUESTÃO POLÍTICA

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Estamos todos fartos da troika e da austeridade decorrentes da situação de falência técnica herdada do Zezito, em boa hora eleito pastor do rebanho lusitano por inspirados cidadãos da República. Da troika, e até à próxima, estamos livres; da austeridade não!
Parafraseando a paráfrase eleita do Dr. Soares, a austeridade mata; e a gente não quer morrer. Ipso facto, não à austeridade! Pim.
Tsiras, logo que eleito timoneiro da Grécia, declarou urbi et orbi que a austeridade acabou na helénica Nação. Pim.
Fiquei exultante porque, afinal, é fácil acabar com ela—nunca pensei que fosse tão simples. Pim.
A esquerda acha que austeridade é uma questão política—estou a citar João Miguel Tavares, perigoso fassista. Nunca me tinha lembrado disso. João Miguel Tavares tende a achar que a questão é matemática e que, enquanto dois mais dois não forem cinco, a Grécia tem pouca margem de manobra.
Não sei. Dois mais dois não serão cinco? Tem Tavares a certeza que não?
Esperemos para ver. Às tantas, austeridade é mesmo questão política, como a prisão do Zezito. Sendo assim, nós podemos fazer o mesmo, elegemos outra vez o Zezito e saímos desta limpos como Atenas. Pim.
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