"Pessoas
inteligentes em Bruxelas, em Frankfurt e em Berlim sabiam bem, em Maio de 2010,
que a Grécia nunca iria pagar as suas dívidas. Mas agiram como se a Grécia não
estivesse falida, como se tivesse apenas uma insuficiência de liquidez. Em Maio
de 2010, deu-se ao país mais falido da História o maior empréstimo da História,
como fariam banqueiros corruptos de terceira categoria. Foi um crime contra a
Humanidade."
As palavras são de
Varoufakis, Ministro das Finanças da Grécia, homem de cabeça perdida, como se
vê.
Por
sua vez, o Ministro da Defesa, Panos Kammenos, diz que todos os
dias há novos imigrantes ilegais a chegar ao país e que cerca de 10 mil estão, neste momento, detidos em
centros de acolhimento e detenção espalhados pela Grécia. Estas pessoas, entre
as quais o líder dos Gregos Independentes diz haver membros da jihad islâmica,
podem fazer de Berlim a sua casa dentro de poucas semanas caso a Europa não ceda
nas negociações com Atenas, pois a Grécia admite dar-lhes os documentos de que necessitam
para viajar livremente pelo Espaço Schengen.
Aí
estão os indicadores para a previsão dos acontecimentos na
Europa. Primeiro, regista-se o facto dos gregos receberem os empréstimos
antes de condenarem os que lhos concederam—porque os concederam—abrindo
caminho para o incumprimento. Depois, constata-se a chantagem da ameaça
terrorista, não por intermédia pessoa, mas por intermédia canalha.
No
Anno Domini 2015, o Ethos conhece maus momentos na Helénica República.
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