quinta-feira, 5 de março de 2015

PASSAR DE BURRO PARA BURRO

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O "histórico socialista", "Conselheiro de Estado" e "ex-candidato presidencial", também conhecido por "Dr. Manuel Alegre", declarou hoje que ainda não percebeu porque Passos Coelho não foi já confrontado com a obrigação ética de se demitir. A notícia é omissa no que se refere à posição taxonómica da ética em causa, pelo que ficamos na ignorância sobre se é ética republicana ou não, mas isso não parece importante de momento.
Os socialistas são muito dados a jogos de secretaria. No caso do Zezito, a defesa apega-se a problemas de botas, cachecóis, edredões, banhos e mudas de cuecas para exigir a libertação do arguido e demonstrar a injustiça do processo penal em curso, donde decorre a necessidade de o absolver já.
No caso de Passos Coelho, parece-lhes também obrigatório correr com ele por ser caloteiro contumaz, com dívidas reincidentes à República (a da ética).
Na minha opinião, Coelho está a pedir um corrida em pêlo, mas não é por ser caloteiro fiscal. Está a pedir a dita corrida porque não presta, ponto. O problema é que vai ser substituído por gente do gabarito do "histórico socialista" agora em apreço, de António Costa, de Jorge Coelho, e de muitos Zezitos que por lá há. É passar de burro para burro—nem sequer de burro para cavalo! Óh égua!...
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