Passos Coelho é um jotinha que nunca soube o que é lutar
para sobreviver. É um nabo feito Primeiro-Ministro de Portugal. Nessa qualidade,
tal como o Zezito, é a triste imagem do estado a que isto chegou. Somos
governados por putos sem cultura, sem experiência de qualquer profissão séria,
sem modo de vida, que se valem de expedientes políticos e não só.
As irregularidades, como contribuinte, de que agora o Primeiro-Ministro é acusado
são indecentes, consequência do que sempre foi. É bem
feito que o "apertem". Jamais esquecerei a impertinência do
peralvilho quando, do alto da cátedra, bolsou que os pensionistas descontaram
para ter reformas, mas não "aquelas" reformas e lhes foi ao bolso.
Podia ter explicado que, embora o Estado tivesse feito um contrato com eles,
infelizmente não estava em condições de
assumir as suas responsabilidades por falta de cabeça e pedido desculpa por
lhes cortar legítimos direitos. Mas o petiz atirou-lhes na cara que andavam a abusar
do erário público. Agora vê-se quem abusou do erário público.
Tudo isto são verdades incontestadas. Mas querer transformar
o caso das dívidas ao Fisco e à Segurança Social em coisa parecida com as suspeitas
que caem sobre o comportamento do Zezito é política rasteira e manobra de
diversão que os portugueses não engolem. É a tentativa rasca de fazer esquecer possíveis
crimes graves, usando o comportamento de pilha-galinhas do Primeiro-Ministro.
Corra-se com este se for demonstrada má fé, mas meta-se o outro no calabouço,
se a Justiça achar que é culpado do que se suspeita. E não façam de nós parvos.
Por favor.
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