João Galamba é um dos coniventes na criação do estado a que isto chegou há três anos, mas ainda arrota a postas de pescada. Hoje escreve no “Expresso”: As palhaçadas de Pires de Lima no Parlamento vieram apenas tornar aquilo que já tendia para o trágico num espectáculo grotesco. Esperemos que não dure muito.
Galamba é “peludo” e não gostou do gozo e do escárneo do governante. Galamba é um género: toma-se a sério─a si e ao seu estilo convencionalmente não convencional, mas acha o ministro grotesco, coisa que não acontece com ele. Galamba é uma edição pobre dessa figura patética chamada Isabel Moreira. Ela é o palhaço rico e Galamba o palhaço pobre.
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