segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

ARRE BURRO!

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Durante a Primeira Guerra Mundial, mais de sessenta navios suecos foram afundados por minas e submarinos alemães no Mar Báltico, entre a Suécia e a Finlândia. Peter Lindberg, sueco especializado em procurar e recuperar destroços de navios, diz que alguns deles transportavam grandes cargas de bebidas alcoólicas. A sua empresa tem quatro projectos “alcoólicos” e espera recuperar 1.680 garrafas de champagne “Louis Roederer”.
Recuperar champagne a 60 metros de profundidade custa entre 10.000 e 15.000 euros por dia de trabalho, incluindo a busca, o mergulho e a extracção. Mas o Senhor Lindberg já tem experiência da venda de champagne “afogado”. Em 1998 vendeu, num leilão organizado pela Christie’s, 2.200 garrafas que encontrou na escuna sueca “Jonkoping”: algumas ao preço unitário de 3.500 euros. A receita total foi de 600.000 euros.
Há pataratas para tudo, até para comprar garrafas de champagne, mais que provavelmente marado, a 3.500 euros por garrafa. A saloiada é uma fatalidade no Homo sapiens, já sabíamos; mas tudo tem um limite!
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