segunda-feira, 27 de março de 2017

NUVENS APOCALÍPTICAS E NÃO TANTO ASSIM

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A Organização Meteorológica Mundial reconheceu oficialmente um tipo raro de nuvens e incluiu-o na nova edição do seu Atlas Internacional das Nuvens.
Tal tipo de nuvens, forma silhuetas assustadoras – por exemplo, de rostos de pessoas – é conhecido já há muito tempo, mas até agora nunca tinha sido devidamente estudado e descrito.
As pessoas pouco familiarizadas com a meteorologia ficam frequentemente amedrontadas com o fenómeno, muitas vezes associado ao dia do Juízo Final ou a uma invasão de extraterrestres.
Há 9 anos, as nuvens “apocalípticas” atraíram a atenção do fundador da Sociedade dos Amadores de Nuvens (?!), o escritor britânico Gavin Pretor-Pinney. Em 2009, Pretor-Pinney propôs que  fossem baptizadas como Undulatus asperatus, (“ondeado colinoso” em latim), e incluídas numa classificação geral de nuvens.
Mas só 8 anos mais tarde o escritor viria a conseguir o seu desejo.
Na nova edição do Atlas Internacional das Nuvens,  chamam-se asperitas (aspereza, em latim), já que por regra o nome deve ser um substantivo. Além disso, o atlas foi enriquecido com mais 11 tipos —  com nomes tão peculiares como volutus, flumen, ou fluctus, entre outros.
O Atlas foi publicado pela primeira vez em 1896, e a última vez que um novo tipo de nuvens foi adicionado aconteceu em 1951.
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