quarta-feira, 22 de março de 2017

O INEFÁVEL DJISSELBLOEM

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Falávamos ontem desse "intelectual" com nome impronunciável cuja grafia que devia ser em caracteres cuneiformes  é Djisselbloem (ou Djisselbloem), quando ele afirmava que os portugueses, espanhóis, irlandeses e gregos se arruínam com copos e mulheres, duas coisas muito parecidas! 
Dissemos então que Djisselbloem , perdão, Djisselbloem,  era simplesmente ingénuo porque não sabia da existência de tipos como Sócrates — o de Vilar de Maçada, mais conhecido por Zezito, não o de Atenas —, Vara, Granadeiro, Salgado, Bava e Rebabá.
Hoje leio que quatro economistas da Universidade do Minho publicaram um livro onde afirmam não terem sido os portugueses "de samarra" a arruinar a Pátria, comendo doces e rebuçados como contei, mas sim as empresas e o Estado, geridos por Sócrates, Vara, Granadeiro, Salgado, Bava e Rebabá (são muitos mais). Segundo os autores, em termos empresariais, a economia nacional enfrenta “um problema sério” pelo facto de as empresas não conseguirem poupar, nem reinvestir os lucros, optando antes pela sua distribuição pelos accionistas; isto é, e agora sou eu que digo, sugar até ao tutano rapidamente e de qualquer maneira, para amealhar num offshore antes que isto dê bota. E a Pátria(?), perguntar-se-á. A Pátria que se lixe com F maiúsculo — como a Trafaria com o Sporting.
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