quinta-feira, 8 de agosto de 2013

AZULEJARIA PORTUGUESA

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Cascais, 10-06-2013
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“ Por todo o lado, da humilde estação de caminhos-de-ferro ao palácio mais sumptuoso, em pequenas igrejas paroquiais tal como nas maiores catedrais e conventos, cobrindo fachadas inteiras ou formando apenas diminutos painéis votivos, o azulejo espalha o seu brilho de colorido encantador nesta terra de muitas cores”

J.M. Santos Simões, 1956
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