sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

OS CINCO PECADOS CAPITAIS DE MARTIN HANSSON SEGUNDO ARSÈNE WENGER

Arsène Wenger, treinador do Arsenal, é um nadinha antipático e presumido. Mas também ninguém é obrigado a concordar com ele, excepto lá em casa e no Arsenal.
Wenger acha que o árbitro do jogo Porto vs Arsenal cometeu cinco erros fatais para a sua equipa na marcação de um livre indirecto dentro da grande área.
Primeiro, o livre não foi marcado no local onde a falta teria sido cometida.
Segundo, o árbitro não se colocou na posição correcta.

Terceiro, não pôs os jogadores à distância regulamentar.
Quarto, não podia permitir a marcação do castigo, estando no meio dos jogadores intervenientes.
Quinto, só levantou o braço, para um livre indirecto, muito tarde.
São cinco erros técnicos no mesmo momento do jogo, o que Wenger acha demasiado.
Termina, resumindo o comportamento do juiz – “Pega na bola a cinco jardas da linha de golo, põe-na no chão e diz: jogai e metei golo. É ridículo”. Quase tão ridículo como a frase em português, com imperativos caricatos!

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