Esta coisa de escrever crónicas “é um jogo permanente entre o estilo e a substância”. Uma luta entre “o deboche estilístico” do gozo da escrita e “a frieza analítica” do pensamento do cronista. Por isso, enquanto cidadão, só posso ver este governo como uma verdadeira praga bíblica que caiu sobre um povo que o não merecia. Mas, enquanto cronista, encaro-o como uma dádiva dos céus, um maná dos deuses, “um harém de metáforas”, uma verdadeira girândola de piruetas estilísticas. [...]
Assim começa uma crónica de Luís Manuel Cunha, professor, no "Jornal de Barcelos". É um texto
de mais de 780 palavras, muito grande para "meter" neste blog. Mas
aconselho vivamente a lê-lo aqui porque vale a pena. Uns tantos furos acima
daquilo a que estamos habituados.
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(Este texto foi-me enviado por Francisco Carvalho)
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(Este texto foi-me enviado por Francisco Carvalho)
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