É verdade—Angola e Moçambique não o ratificaram e o
Brasil adia-o para as calendas gregas. Ficámos na ridícula situação de usarmos
um acordo apenas acordado entre duvidosos intelectuais portugueses, chefiados
por essa teimosia asinina chamada Malaca Casteleiro.
Os pais do aborto quiseram ficar na História, pese a
monstruosidade do dito. Vão ficar, mas serão recordados tão só pela condição teratogénica.
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