sexta-feira, 30 de maio de 2014

UM FÓSSIL DA PRIMEIRA REPÚBLICA

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O inefável Marocas não se cala, para gáudio de quem não gosta do homem. Na verdade, só diz ridículas banalidades mal digeridas e pior dejectadas. Especialista em ideias gerais (muito gerais) com sabor a jacobinismo retardado, hoje escreve no "Público" um texto 23 vezes semeado com o pronome/conjunção/preposição "QUE" e onde se lê —entre outras bacoquices—a pérola seguinte:

[...] Por isso disse que a “grande vitória” anunciada por Seguro foi uma vitória de Pirro. Que não pode deixar de desagradar aos socialistas a sério que tenham uma ambição para lá de ganhar eleições—a ambição de dar a Portugal uma alternativa de esquerda, coerente e credível. Que tristeza, se assim não for, para um partido com as responsabilidades do PS. Impõe-se, mais do que nunca, uma política corajosa que faça a ruptura com a direita e com as políticas da direita.[...]

As políticas da direita de que fala Marocas têm-se revelado uma trampa, de facto. Mas só tiveram oportunidade de entrar em cena depois de consulados socialistas  sucessivos com "políticas corajosas que fizeram a ruptura com a direita e com as políticas da direita". Tais "políticas corajosas" terão sido as políticas delirantes, corruptas e incompetentes, a atingir o paroxismo com esse zero absoluto chamado Zezito, responsáveis pela  ruína total da Nação. Tal e qual!
Marocas é um fóssil do jacobinismo da Primeira República a falar—no Século XXI (!)—do nosso querido PS, do punho erguido à esquerda e dos socialistas que não têm medo de ser tratados por camaradas. Cheira a bafio a conversa. Um horror!!!...
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